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Ao lado da senda virtuosa, estende-se também a senda do vício e do pecado.

Entende-se por vício o estado do homem que vive em pecado; e por pecado, o ato ou omissão voluntária em matéria ilícita.

Um ato ou omissão voluntária é pecado quando se opõe ao bem de Deus, ao bem próprio ou ao bem do próximo. O homem pode, portanto, desejar bens incompatíveis com tais bens superiores — bens que deleitam os sentidos ou lisonjeiam a ambição e o orgulho.

Isso ocorre porque os sentidos possuem a faculdade de inclinar-se para o que proporciona prazer, antecipando-se ao exercício da inteligência e da vontade, ou mesmo arrastando estas faculdades para o seu partido, quando não se opõem como deveriam.

A raiz dos pecados humanos é, portanto, o seguimento desordenado dos bens sensíveis e temporais. O estado que inclina a tal procedimento — buscar sem medida os bens sensíveis — chamamos de cobiça ou concupiscência.


Baseado no Catecismo da Suma Teológica de São Tomás. 




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Modéstia: O Caminho da Beleza e da Santa Ordem
Autora: Ana Paula Barros
Prefácio: Carlos Nougué

Páginas: 212
Ano de publicação: 2018 - Segunda Edição: 2025
R$: 29,00


Formato 1: livro digital acervo Salus (adquira aqui).
Formato 2: livro digital acervo Amazon (adquira aqui) para os leitores digitais Kindle e app Kindle em celular e tablet
Formato 3: livro físico na Amazon (adquira aqui) ou com valor especial aqui.



O livro digital Modéstia - O Caminho da Beleza e da Santa Ordem propõe-se a tratar da virtude da modéstia de maneira assertiva e ponderada, abordando tanto os pontos cruciais quanto os amplamente debatidos.

Neste volume, você encontrará respostas para questões como:
  • O que é a moralidade cristã?
  • A importância das virtudes, não apenas no âmbito religioso, mas também no social, e as consequências da ausência dessas virtudes na sociedade.
  • A influência do feminismo especificamente nesta área.
  • Documentos da Igreja sobre o tema e uma vasta referência de textos.
  • Artigos científicos que corroboram as orientações milenares da Santa Igreja.
  • Respostas às perguntas mais frequentes sobre esta virtude.

E outras abordagens pertinentes.

Com 209 páginas, este livro digital é fruto de uma jornada pessoal motivada por minhas convicções, após uma enxurrada de críticas à virtude da modéstia e às diversas deturpações que surgiram a partir delas. Revisitei todas essas questões. Em cada linha escrita, depositei uma fibra do meu coração e o amor à Verdade.

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O segundo ensaio da tríade A Mulher Católica acaba de ser publicado: 


Ensaio: A Mulher Católica: Graça & Beleza
Autora: Ana Paula Barros
Revisão de texto: Jarbas

Páginas: 100
Ano de publicação: 2025
R$: 25,00


Formato 1: livro digital acervo Salus (aqui)
Formato 2: livro digital acervo Amazon para os leitores digitais Kindle e app Kindle em celular e tablet (aqui)




Página da autora na Amazon (aqui)

Sobre a Autora (aqui)















evangelho de são lucas, visão geral e reinado do Senhor Jesus
Afresco por Josef Kastner (1906-1911)
Segundo são Gregório São Lucas é representado pelo Touro, pois seu evangelho descreve muitas vezes os sacerdotes, e o Touro era um dos animais utilizados nos sacrifícios feitos no antigo testamento.
Segundo São Tomás de Aquino o Touro representa Cristo que foi sacrificado por nossos pecados. 



Introdução

Este é um material de apoio do Projeto de Leitura Bíblica: Lendo a Bíblia, para baixar o calendário de leitura bíblica e os outros textos de apoio dos Doutores da Igreja , online e pdf, sobre cada livro da Bíblia, clique aqui. 

Este projeto é um dos ramos de uma árvore de conteúdos planejados especificamente para o seu enriquecimento. Os projetos que compõem esta árvore são: Projeto de Leitura Bíblica com textos de apoio dos Doutores da Igreja (baixar gratuitamente aqui), Plano de Vida Espiritual (baixar gratuitamente aqui), o Clube Aberto de Leitura Conjunta Salus in Caritate, com resenha e materiais de apoio (para ver a lista de livros, materiais e os cupons de desconto  2020 clique aqui) e o Salus in Caritate Podcast (ouça em sua plataforma preferida aqui). 


Visão Geral



O Evangelho Segundo São Lucas é um dos mais antigos relatos da vida de Jesus e é a primeira parte de um trabalho unificado, de dois volumes, o Evangelho segundo São Lucas  e os Atos dos Apóstolos. 
São Lucas é médico e companheiro de São Paulo (assim como São Marcos o era de São Pedro). Ele inicia o seu relato com um prefácio explicativo do como e por que ele escreveu esse livro, embora já houvesse muitos relatos, seu objetivo era extrair o relato das testemunhas oculares e unificá-lo num "relato ordenado sobre as coisas que entre nós se realizaram". 

São Lucas chegou a Terra Santa, por volta de um ano após a ascensão do Senhor. Ele próprio formou-se por relatos das testemunhas oculares. 

Lucas é um sírio de Antioquia, sírio pela raça, médico de profissão. Tornou-se discípulo dos apóstolos e mais tarde seguiu a Paulo até ao seu martírio. Tendo servido o Senhor com perseverança, solteiro e sem filhos, cheio da graça do Espírito Santo, morreu com 84 anos de idade. Prólogo Anti-Marcionita ao Evangelho de São Lucas, seculo IV



Basicamente toda a narrativa se baseia no verbo "cumprir". Para São Lucas, a história de Jesus não é apenas uma história antiga, é o cumprimento da longa história de aliança de Deus com Israel, de Deus com a humanidade.
A estrutura do livro é bem clara: 

Há uma longa introdução que nos apresenta a história de João Batista e Jesus

Em seguida, no capítulo 3-9, São Lucas nos apresenta um retrato robusto de Jesus e sua missão na sua região natal da Galileia. 

Depois disso, a longa viagem de Jesus a Jerusalém o que nos leva ao clímax da história: a última semana de Jesus em Jerusalém que antecederam a sua morte e ressurreição levando-nos em seguida ao livro de Atos. 


 Primeira Parte 


A extensa introdução nos mostra um paralelo da história do nascimento de São João Batista e do Divino Jesus. 

Um casal de idosos, Santa Isabel e São Zacarias; uma Virgem. Ambos receberam uma promessa divina improvável: que eles iam ter um filho.

Ambas as promessas são cumpridas, em seguida, João e Jesus nascem e ambos os pais cantam poemas de celebração. 

Essas canções poéticas, são preenchidas com ecos de salmos e de trechos dos profetas do Antigo Testamento mostrando como essas crianças iriam cumprir as antigas promessas de Deus. 

Mas estes poemas também expressam o papel de cada criança na história que se seguirá. 

João é o mensageiro profético prometido pelos Profetas que preparará Israel para receber seu Deus. Jesus, é o Rei messiânico prometido a Davi que trará o reinado de Deus sobre Israel e as bênçãos de Deus para as nações, assim como Ele prometeu a Abraão. 

Depois disso, a Santa Virgem Maria leva o Menino Jesus ao templo de Jerusalém para fazer a sua apresentação e dois profetas idosos Santa Ana e o Ancião Simeão, ao verem Jesus, O reconhecem. 

Simeão canta a sua própria canção, um poema inspirado no profeta Isaías. Ele diz que esta criança é a salvação de Deus para Israel e que ele se tornará uma luz para as nações. 

A história então avança para a próxima seção principal, onde Lucas apresenta Jesus e sua missão. 

Ele inicia essa parte da história com o batismo oferecido por São João Batista no rio Jordão, com o chamado ao arrependimento como preparação para a chegada do Reino de Deus. 

Jesus então é batizado e o Espírito está sobre Ele. 
São Lucas então pausa a narrativa para relatar a genealogia do Senhor. Traça, então, a origem de Jesus; retrocede até Davi, depois até  Abraão e, em seguida, até Adão . 

Dessa forma Lucas demonstra a identidade de Jesus (preocupação que também fora a de São Marcos): Jesus é o Rei messiânico de Israel, que traz as bênçãos de Deus; mas não somente para Israel, a família de Abraão, mas também para todos os filhos de Adão, para toda a humanidade.

Após este relato Lucas inicia estrategicamente a volta de Jesus para a sua terra natal, lá Ele inicia a sua missão pública. 

Começando numa sinagoga o Senhor lê sobre si mesmo: 


"O Espírito do Senhor está sobre mim, para anunciar a Boa Nova aos pobres e liberdade para os presos
Nova vista aos cegos, a liberdade aos oprimidos."

Aqui, juntamente com os outros evangelhos, Jesus é apresentado como o  Rei messiânico trazendo as boas novas do Reino de Deus. 

No entanto, São Lucas nos revela um vislumbre da personalidade de Jesus e de sua atuação na sociedade, Jesus nos é apresentado como o Deus que consola, o Deus presente.

Ele traz a liberdade, a palavra grega é 'aphesis' significa literalmente "fase" e refere-se à antiga prática judaica do ano do Jubileu descrito em Levítico 25. É quando todos os escravos Israel foram libertados, quando as dívidas das pessoas foram cancelados, quando as terras que foram vendidas voltaram para famílias. A liberdade que Jesus nos traz é a restituição do que perdemos com a queda pelo pecado original, a liberdade que é fruto da ação de justiça e misericórdia de Deus. 

Jesus nos diz também que a boa notícia da libertação é especificamente para os pobres, no Antigo Testamento, os pobres, ou em hebraico 'ani'. É uma categoria muito mais ampla do que apenas as pessoas que não têm muito dinheiro, refere-se também às pessoas de baixo status social na cultura em que vivem, como as pessoas com deficiência, mulheres, crianças, idosos ou qualquer pessoa que não receba um olhar atento na sociedade em que vive. E Jesus diz que o Reino de Deus é um especialmente uma boa notícia para essas pessoas. 

São Lucas então começa a nos relatar as ações de Jesus que envolvem: a cura de uma mulher doente acamado ou um homem que tem uma doença de pele ou alguém que está paralisado, Ele acolhe um cobrador de impostos, um levita, que não é financeiramente pobre, mas é um forasteiro social e depois Jesus perdoa uma prostituta. 
São Lucas nos mostra como o Reino de Jesus nos trouxe restauração e uma retificação de todas circunstâncias de vida. Ele amplia o círculo de pessoas que são convidadas para descobrir o poder de cura do Reino de Deus.




dons do espírito


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Não basta ao homem possuir as virtudes para alcançar a eterna bem-aventurança; necessita, além delas, dos dons do Espírito Santo.

Os dons do Espírito Santo são disposições habituais e infusas que tornam o homem dócil e submisso às inspirações e movimentos interiores com que o Espírito de Deus o guia e encaminha para a felicidade eterna.

O homem precisa dos dons porque foi elevado à vida da graça. Assim, para que suas ações alcancem a perfeição, é necessário um auxílio direto e especial de Deus, que leva a bom termo aquilo que é iniciado pelo exercício das virtudes.

São sete os dons do Espírito: sabedoria, entendimento, ciência, conselho, piedade, fortaleza e temor de Deus.

O homem adornado com as virtudes e os dons possui tudo o que necessita para uma vida perfeita na ordem sobrenatural. Sua vida, já aqui na terra, é como o início da vida que há de levar no Céu. Por isso falamos das bem-aventuranças e dos frutos do Espírito.

As bem-aventuranças são atos das virtudes e dos dons, enumerados por Jesus no Sermão da Montanha. São geradas pela presença de Cristo na alma e constituem uma antecipação e um penhor da vida eterna.

Os frutos, por sua vez, são boas ações produzidas pela ação do Espírito Santo, que geram prazer e alegria na alma de quem as pratica.

As bem-aventuranças distinguem-se dos frutos porque são obras excelentes e perfeitas, enquanto os frutos são obras boas, que podem ser realizadas com o auxílio da razão, sem exigir perfeição plena. Contudo, ambos são bens supremos do homem e muitas vezes se confundem como semelhantes.


Bem-aventuranças e suas recompensas


  • Pobreza de espírito – Reino dos Céus
  • Mansidão – possuirão a terra
  • Os que choram – consolação
  • Os que têm fome e sede de justiça – saciedade
  • Misericórdia – alcançarão misericórdia
  • Pureza de coração – verão a Deus
  • Pacíficos – serão chamados filhos de Deus

Frutos do Espírito Santo


Caridade, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, longanimidade, mansidão, fidelidade, modéstia, continência e castidade.

Não há neste mundo coisa mais proveitosa ao homem do que o exercício assíduo das virtudes e dos dons que conduzem às bem-aventuranças.

Catecismo da Suma Teológica de São Tomás de Aquino




Vem, Espírito Criador!
Vinde Espírito Criador, a nossa alma visitai
e enchei os corações com vossos dons celestiais.
Vós sois chamado o Intercessor de Deus excelso dom sem par,
a fonte viva, o fogo, o amor, a unção divina e salutar.
Sois o doador dos sete dons e sois poder na mão do Pai,
por Ele prometido a nós, por nós seus feitos proclamai.
A nossa mente iluminai, os corações enchei de amor,
nossa fraqueza encorajai, qual força eterna e protetor.
Nosso inimigo repeli, e concedei-nos a vossa paz,
se pela graça nos guiais, o mal deixamos para trás.
Ao Pai e ao Filho Salvador, por vós possamos conhecer
que procedeis do Seu amor, fazei-nos sempre firmes crer.
Amém!



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Devocional 28 A radicalidade do caminho das virtudes



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Adquirir virtudes significa adquirir e aperfeiçoar hábitos que inclinam o homem a proceder bem.

Os hábitos virtuosos são disposições e inclinações das diversas faculdades — inteligência e vontade — que tornam bons os atos correspondentes. As virtudes têm três origens: algumas são conaturais ao homem; outras são adquiridas pelo exercício; e há ainda aquelas que são sobrenaturalmente infundidas por Deus.




Faculdade da Inteligência


Na inteligência atuam as virtudes intelectuais, cujo efeito é conduzir o homem pelos caminhos da verdade. São elas:

  • Inteligência: facilita o conhecimento dos primeiros princípios.
  • Sabedoria: conduz ao conhecimento das causas supremas e segundas.
  • Ciência: facilita o conhecimento das conclusões.
  • Prudência: dirige a vida moral.
  • Arte: orienta a execução das obras externas.

Entre estas, a mais importante, moralmente, é a prudência. Contudo, há na inteligência uma virtude ainda mais elevada: a virtude da fé.



Faculdade da Vontade

Na vontade encontram-se a caridade e a esperança, que possuem a mesma categoria elevada que a fé possui na inteligência. Estas três — fé, esperança e caridade — são chamadas virtudes teologais, pois provêm exclusivamente de Deus.

Na vontade existe também a virtude da justiça.


Potências Sensitivas

Além da inteligência e da vontade, o homem possui potências sensitivas de ordem afetiva, cujo sujeito é o composto alma e corpo. Estas potências são adornadas por virtudes específicas: a fortaleza e a temperança.

Assim, justiça, fortaleza e temperança formam, juntamente com a prudência, o conjunto das virtudes cardeais. Chamam-se cardeais porque são o eixo em torno do qual giram todas as demais virtudes, exceto as teologais.


Unidade das Virtudes

O homem precisa possuir todas as virtudes — teologais e morais — para que suas ações sejam boas em conjunto. Se lhe falta uma, não pode ser chamado verdadeiramente virtuoso, pois as demais ficam incompletas e informes.

Baseado na Suma Teológica de São Tomás em Forma de Catecismo



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Devocional 27 Educação do Coração e as 11 Paixões






Também podem influenciar nos atos da vontade, rumo ao último fim, os movimentos afetivos chamados paixões.

Tais movimentos não são exclusivos do homem, pois também os animais os possuem. Contudo, as paixões humanas podem ser objeto de moralidade, já que somente o homem está sujeito ao império da vontade livre.

Chamamos propriamente de paixões aos movimentos do coração que nos impelem a buscar o bem e a fugir do mal, conforme nos são apresentados pelos sentidos.

As paixões são onze: amor, desejo, prazer ou alegria, ódio, tédio, tristeza, esperança, audácia, temor, ira e desesperação.

Elas estão ligadas à nossa natureza sensitiva. O homem é composto de duas naturezas: uma racional e outra sensitiva. Esta última atua primeiro, pois está em contato direto com o exterior e dele recolhe os dados de conhecimento e ação.

Logo, as paixões não são más em si mesmas. Tornam-se más quando se afastam da reta razão, desviando do bem e impelindo para o mal sensível, antecipando ou contrariando o juízo da razão.

Essas paixões não se limitam à parte sensível, mas também alcançam a faculdade da vontade. Ao falarmos do coração humano, referimo-nos tanto às paixões sensitivas quanto às da vontade.

Assim, o conselho bíblico de vigiar atentamente os movimentos do coração significa que devemos ter grande cuidado em não seguir inconsequentemente os primeiros impulsos afetivos, pois estes apenas nos impelem a buscar o prazer e a fugir do sofrimento.

Do mesmo modo, recomenda-se educar o coração, isto é, ocupar-se em desarraigar os movimentos afetivos que nos inclinam ao mal.

Esses conselhos são de suma importância, pois resumem todos os esforços do homem para adquirir a virtude e afastar-se do vício.


Baseado no Catecismo da Suma Teológica de São Tomás



Devocional 27: Educação do Coração e as 11 Paixões




Nem muitas águas conseguem
apagar o amor;
os rios não conseguem levá-lo
na correnteza.
Se alguém oferecesse todas as riquezas
da sua casa para adquirir o amor,
seria totalmente desprezado.
Cânticos 8,7





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Ana Paula Barros

Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e da Linha Editorial Practica. Autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025).

Possui enfática atuação na produção de conteúdos digitais (desde 2012) em prol da educação religiosa, humana e intelectual católica, com enfoque na abordagem clássica e tomista.

Totus Tuus, Maria (2015)



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