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Salus in Caritate

por William Adolphe Bouguereau

Artigo original em 23/06/2018
Atualização em 28/04/2023


"Jesus em rosto de homem, refletia sua beleza interior, ao mesmo tempo que exprimia o equilíbrio perfeito de sua natureza de homem. Ele irradiava o fascínio de todas as criaturas ao ponto de todos virem a Ele. Não se apropriava de nada, mas livrava cada um daquilo que o entravava, seu olhar penetrava até a profundeza, para que cada um pudesse visualizar um novo futuro. Cruzar com seu olhar chamava à uma transfiguração do olhar humano, tornando-o apto a contemplar Deus, a Beleza suprema, Deus na sua glória. Olhar do Filho único sobre o Pai. Olhar do Pai sobre o Filho do seu amor."

Cônego Constant Tonnellier ¹





By the Lily Pond, Arthur Parton. (1842 - 1914)




"As coisas são belas, portanto, na medida em que participam da beleza transcendente, que não nasce nem morre… É uma espécie de ardil com que o Bem capta a atenção da alma para arrebatá-la da servidão do corpo.

O Amor, servindo-se do Bem, acende na alma humana o desejo de imortalidade, fazendo-a passar do conhecimento dos belos corpos ao das belas ações, das belas almas aos belos conceitos, até que, no pináculo da contemplação, revela-se-lhe o oceano da beleza universal…

Se as coisas belas se parecem com a alma, é na própria alma que a beleza melhor se revela. Será preciso, então, fechar os olhos do corpo para abrir a visão interior… Interiorizando a beleza."²


por Sir Thomas Lawrence


por Arthur John Elsley




Anônimo




Referências:

1- TONNELIER, C. 15 de Dias de Oração com São João da Cruz. Paulinas, 2011. 104 p.
Disponível em: https://amzn.to/3GO5PvE.

2- NUNES, B. Introdução à Filosofia da Arte. São Paulo: Edições Loyola, 2016. 116 p.
Disponível em: https://amzn.to/43xVApb.








Artigo original em 23/06/2018
Atualização em 17/04/2023 

"A Beleza Suprema não podia senão criar a beleza. Neste cosmos tudo era apenas equilíbrio e simples reflexo da Beleza criadora. Quais olhares podiam descobrir o Belo? Os do homem e da mulher, criados a imagem de Deus, a quem Deus insuflou seu hálito de vida, capazes de se maravilharem um diante do outro, num face a face que conduz ao olhar criador que faz o outro existir.  Eis a obra primordial de Deus, seu primeiro olhar de amor: o homem elevado na beleza de Deus e, pelo homem, todas as criaturas, feitas para ele, e ele tendo parte comum com esse universo. Uma criação manando de mil graças. Agora um olhar sedutor desemboca num olhar destruidor. O olhar humano é embaciado, o olhar de Deus permanece na sua limpidez. Mas como concedê-lo ao homem? Pelo Filho único, resplendor da glória do Pai e expressão do seu Ser (Hb 1, 3)"
Cônego Constant Tonnellier



Você é toda linda, minha querida;
em você não há defeito algum.
Cântico dos Cânticos 4, 7





O Belo manifesta-se a uma espécie de visão interior. O Belo é espiritual, mas pode ser captado, em parte, pelos sentidos.

Quando os sentidos reconhecem a Beleza, é como uma perfeição do conhecimento sensível.

Esse conhecimento é embasado numa satisfação desinteressada.

O Belo possui três acepções: a estética, a moral e a espiritual.

A acepção estética vem da sua qualidade de pureza, que é constatada pela harmonia da forma.

A acepção moral vem da percepção de que a Beleza é o patrimônio das almas equilibradas, que conseguem manter-se em perfeita harmonia consigo mesmas.

A acepção espiritual se refere à característica do Belo de levar à Verdade.






Logo, o belo estético está subordinado ao belo moral e espiritual, já que ambos são superiores ao estético.




As artes estão no conjunto do belo estético, a beleza da alma no conjunto do belo moral e a verdade está no conjunto de beleza espiritual.

Por isso, uma obra de arte é bela quando está subordinada ao belo moral e espiritual. Assim também a beleza corporal física humana.

Já a fonte das três acepções do belo é a beleza divina, da qual somos adoradores e, espantosamente, espelhos. Somos belos conforme nos fazemos mais semelhantes à beleza divina. Este esforço virtuoso está na categoria de beleza moral; as virtudes são a riqueza da alma e o belo moral é o patrimônio das almas equilibradas.

“A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e joias de ouro ou roupas finas. Ao contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranquilo, o que é de grande valor para Deus.” (1 Pedro 3, 3-4)

A primeira é a beleza humana aparente e a segunda, a beleza moral que atrai a suprema beleza, já que isso Lhe agrada.

Esta é a beleza que atrai o Senhor para residir na alma amada de Cânticos. A alma que busca e é buscada. Que ama e é amada. A alma bela.

A beleza divina se fez carne e se deixou conhecer, para que os olhos humanos, já embaçados pela corrupção do pecado e atualmente pela feiura estética, moral e espiritual crescente, pudessem purificar seus olhares na limpidez da beleza divina, gerada e não criada, consubstancial ao Pai. Este influxo de graça perpassa os séculos e ainda hoje nos é apresentado como remédio salutar.

No entanto, embora tal purificação possa acontecer misticamente, foi também necessário o uso dos sentidos, tão envenenados pelo pecado e corrupção, para uma purificação de corpo e alma. Os sentidos elevados a Deus pelo maravilhamento usam a beleza terrena criada pelas mãos dos homens como trampolim para vislumbrar, pela virtude da esperança, a beleza da face divina que, com solicitude, espalha sua presença nas boas obras artísticas e morais humanas e na natureza.









Referências:

NUNES, B. Introdução à Filosofia da Arte. São Paulo: Edições Loyola, 2016. 116 p.
Disponível em: https://amzn.to/43xVApb.

TONNELIER, C. 15 de Dias de Oração com São João da Cruz. Paulinas, 2011. 104 p.
Disponível em: https://amzn.to/3GO5PvE.

 



Introdução

Este artigo visa fornecer maior compreenssão das diversas modalidades de consagração dentro do estado de vida "leigo consagrado". Dedicaremos um olhar atento para além do voto professado dentro de uma ordem religiosa ou em comunidades de vida consagrada, tal ato é imbuído da esperança de tornar mais próxima dos padres, bispos e leigos a multiplicidade, constante, eficaz e muitíssimas vezes sutil da Graça na Igreja. 

Apresento-lhes, a Ordem das Virgens, na voz das consagradas ao Senhor nesta modalidade, que pode ser considerada a mais antiga forma de consagração presente na Igreja. No Brasil a Ordem das Virgens conta aproximadamente com 150 consagradas. A restauração do rito de "Consagração das Virgens", fora de uma ordem, foi feita após um longo estudo sobre as forma de consagração pré período monástico, ato que possibilitou que o rito fosse usado, novamente, para este fim. Uma das consagradas mais antigas nesta modalidade de consagração é a secretária de Dom Paulo Arns, Maria Ângela Borsoi, que conta atualmente com 50 anos de consagração e 84 anos de idade.



A Ordem das Virgens


A consagrada Juliana Torres (39 anos), da Arquidiocese de Olinda e Recife, consagrada há 1 ano (desde 26/12/2021). Nos esclarece a respeito dos seguintes pontos:


Qual o tipo de voto?

R. Público e Solene.

 

Como se faz o voto?

R. Por meio do Rito de Consagração das Virgens, que consta no Pontifical Romano.

 

Quais são os pré requisitos necessários?

R. Todos os pré requisitos estão no documento Ecclesiae Sponsae Imago, que dá todas as diretrizes sobre a Ordem das Virgens. De forma resumida: a candidata precisará passar por um período de formação e de discernimento, sendo que a primeira fase desse processo não pode acontecer antes dos 18 anos, para a admissão à consagração deve ser considerada a idade do casamento tradicional da região, e a consagração não acontecerá antes da candidata ter completado 25 anos de idade. A candidata também não pode ter sido casada nem ter "vivido em público e estado manifestamente contrário à castidade".


De acordo com o Direito Canônico há condições para a admissão de vida consagrada que também são diretrizes para a Ordo Virginum (Cânon 604): a candidata precisa ter recebido todos os sacramentos da iniciação cristã (Cânon 645), equilíbrio psicológico (Cânon 689, cf ESI 91), e ser aceita pelo Bispo Diocesano, que avaliará os critérios de maturidade, bom senso e capacidade para professar o voto em nome da Igreja. (Cânon 594, ESI 46, 47).


Em consulta a Hierarquia Eclesial de Piracicaba:

É necessária a virgindade corporal?

R. Não. 

Assim como em outras modalidades de consagração, atualmente, a virgindade corporal não é necessária como pré requisito para admissão, embora seja fortemente encorajada na vida cristã tendo a moça intenção ou não de se consagrar a Deus.



Outras especificidades recorrentes são respondidas pela consagrada Lucilene Livino de Melo (49 anos), da Diocese de Marília, consagrada há 7 anos ( 26/11/2015).


Qual o carisma?

R. O carisma Ordo Virginum trata-se de um estado de vida a honrar a carne de Cristo, traduzindo-se no Amor Esponsal. Deve oferecer os frutos da intimidade da oração em fecundidade ao mundo e à Igreja, com valor profético de antecipação do Reino dos Céus e vigilante espera pela plena comunhão com o Senhor.

As mulheres consagradas encontram no Evangelho a fonte inesgotável de alegria que dá sentido à vida, a orientação de seu caminho e sua regra fundamental [41] . Seguindo a Cristo, eles adotam seu estilo de vida casto, pobre e obediente [42] e se dedicam à oração, penitência, obras de misericórdia e apostolado, cada um de acordo com sua situação e carisma [43] . Como no Ordo virginum , a vocação da virgindade é harmonizada com os carismas que dão forma concreta ao testemunho e ao serviço eclesial de cada mulher consagrada [44] , nela amadurecem, como expressão de uma total e completa dedicação ao Senhor. , diferentes sensibilidades, ideias espirituais, projetos e estilos de vida [45] .



Qual participação eclesial?

As consagradas, além de serem verdadeiros luzeiros da chama viva de amor, atraindo novas vocações para uma Igreja viva, são chamadas a dar testemunho de fé e vida cristã em sua profissão, com a própria família e onde estiverem.



O que elas fazem


Quanto a multiplicidade das participações contempladas por esta modalidade, foi possível colher os seguintes exemplos de atuação: 


Qual o trabalho que realizou sendo OV?

R. Continuo servindo na minha paróquia, em diversos serviços (música/liturgia, catequese de batismo, Pastoral da Comunicação, apoio/direcionamento a um grupo de jovens). Ainda não realizei nenhum trabalho/serviço específico a nível Arquidiocesano (Juliana Torres, da Arquidiocese de Olinda e Recife).

R. Continuo realizando, sendo catequista, ministra da eucaristia, coordenadora do conselho diocesano, visitação aos enfermos, aconselhamentos, acompanhamentos e escuta, e sempre estou à disposição da minha Diocese ( Lucilene Livino de Melo, Diocese de Marília).

R. Especificamente sendo consagrada na Ordem das Virgens, como relatora da OV do Brasil, no Encontro Internacional da OV, realizado em Roma (maio/2008). Como bem cita a Instrução sobre a Ordo Virginum Ecclesiae Sponsae Imago n.39, as consagradas devem “estar atentas a acolher os apelos que vêm do contexto em que vivem e solícitas em pôr à disposição do Senhor os dons recebidos”, completando no n.40 que “conscientes de tais responsabilidades, escolhem a atividade laborativa com base nas próprias atitudes…cuidando de adquirir um profissionalismo competente, atualizado e responsável. Neste sentido, tendo a formação acadêmica de arquiteta urbanista e desejosa de colocar minha profissão a serviço da Igreja, realizei entre 2002 e 2004 o curso Bens Culturais da Igreja, na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Depois trabalhei na Cúria da Arquidiocese de Curitiba, como arquiteta de 2005 a 2008; e coordenei a Comissão para os Bens Culturais da Igreja da arquidiocese de Curitiba de 2005 a 2012 (Maria de Fátima Valério Idade, 52 anos, consagrada aos 20 de agosto de 2000, na arquidiocese de Curitiba - PR).



 

Quais são as graças colhidas neste caminho dentro da OV?

R. Primeiramente, a paz interior e a felicidade de ter a certeza de estar vivendo a vocação que Deus pensou para mim, e que neste estado de vida sigo minha caminhada rumo ao Céu, cada vez mais consciente da minha pequenez e da necessidade que tenho de Deus, especialmente para superar minha fraquezas e limitações. Uma outra graça com certeza foi ter um diretor espiritual para chamar de meu (hehe), um sacerdote que na época do meu discernimento era meu pároco, mas, que no processo de caminhada até a minha consagração foi muito importante e me ajudou muito, e de forma natural e espontânea tornou-se meu diretor espiritual. Por fim, posso dizer que foi a oportunidade de trabalhar como secretária da minha paróquia, que além de ser a 2 minutos de onde moro, posso ajudar a cuidar mais de perto e de tantas formas da casa de Deus e dessa porção do Seu povo, e especialmente pelo fato de poder estar mais perto de Jesus, diante do sacrário, para adorá-lO (Juliana Torres, da Arquidiocese de Olinda e Recife).

R. Em ti eu quero crer, te amar até morrer,

servir-te na alegria e na dor,
pois ao entardecer do meu mortal viver,
serei julgado pelo amor!

Gosto muito desse refrão (aquela eterna fonte) dessa música, ser uma leiga consagrada pela ordem é estar cada dia mais perto de Jesus, sentir o que Ele sentiu, olhar pelos olhos Dele, amar como Ele amou, estar sempre bebendo dessa fonte eterna que é Ele... só Ele me basta, só Ele me dá sentido a tudo ( Lucilene Livino de Melo, Diocese de Marília)


R. As graças são tantas, de modo especial, a alegria do amor esponsal de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Crucificado Ressuscitado; o chamado a seguir o Cristo mais de perto com um coração indiviso, a busca da santidade, poder iluminar e testemunhar a outras mulheres que estão discernindo sua vocação esta forma de vida consagrada  (Maria de Fátima Valério Idade, 52 anos, consagrada aos 20 de agosto de 2000, na arquidiocese de Curitiba - PR).



Olhando para a Igreja e o mundo, o que lhe parece ser o pedido de Deus para as Consagradas nesta modalidade?

R. Acredito que dar testemunho, nos mais diversos lugares e setores, de que vale a pena seguir a Cristo, de que vale a pena entregar-se verdadeiramente a Ele e de que vale a pena fazer de tudo para estar mais perto Dele e de agrada-lO. Ele nos chama a nos colocarmos cada vez mais a Seu serviço, também servindo ao próximo, sem medir esforços. Sobretudo, Ele nos chama a uma vida mais intensa de oração, mesmo em meios as nossas obrigações ordinárias (Juliana Torres, da Arquidiocese de Olinda e Recife).

R. Silêncio, precisamos nos silenciar mais, para ouvir o que Deus quer que saia dos nossos lábios, precisamos ter as palavras certas a serem lançadas, para edificar e não destruir, para trazer esperança e consolo e não discórdias, fofocas.

Oração, sem dúvida é a nossa essência.

Entrega e abandono, é a resposta as nossas orações, é lançar-se aos braços de Deus, mergulhar em seu coração e ali permanecer e amá-lo cada vez mais ( Lucilene Livino de Melo, Diocese de Marília)

R. Acima de tudo a de darem à Igreja e ao mundo um testemunho vivo de amor e gratidão e ser sinal manifesto do Reino futuro, através do nosso estado de vida, de uma vida santa, no corpo, na alma e no espírito, conforme o Evangelho (Maria de Fátima Valério Idade, 52 anos, consagrada aos 20 de agosto de 2000, na arquidiocese de Curitiba - PR).



Conclusão


Após a leitura de tantos pontos você ainda poderá ter dúvidas, deixo aqui o site oficial da Ordem das Virgens na Arquidiocese de Juiz de Fora e abaixo uma listagem de referências instigantes. 



Bibliografia Complementar


BARROS, A. P. Salus in Caritate: Consagrados: sobre o Celibato Leigo. Disponível em: https://www.salusincaritate.com/2021/02/consagrados-sobre-o-celibato-leigo.html?m=0. Acesso em: 6 fev. 2023.


BARROS, A. P. Salus in Caritate: Leigos Celibatários 1: História da Venerável Carla Ronci. Disponível em: https://www.salusincaritate.com/2022/02/leigos-celibatarios-1-historia-da.html. Acesso em: 6 fev. 2023b.


BARROS, A. P. Salus in Caritate: Leigos Celibatários 2: História do Beato Contardo Ferrini (intelectual católico). Disponível em: https://www.salusincaritate.com/2022/02/leigos-celibatarios-2-historia-do-beato.html. Acesso em: 6 fev. 2023c.


BARROS, A. P. Salus in Caritate: Vocação ao celibato. Disponível em: https://www.salusincaritate.com/2018/08/vocacao-ao-celibato.html. Acesso em: 6 fev. 2023d.


Cresce o fenômeno das Virgens Consagradas. Disponível em: https://domtotal.com/noticias/index.jsp?id=1181479. Acesso em: 6 fev. 2023.


Instrucción Ecclesiae Sponsae Imago sobre el Ordo virginum (8 de junio de 2018). Disponível em: https://www.vatican.va/roman_curia/congregations/ccscrlife/documents/rc_con_ccscrlife_doc_20180608_istruzione-ecclesiaesponsaeimago_sp.html. Acesso em: 6 fev. 2023.


Ordem das Virgens. Disponível em: https://www.arquidiocesedegoiania.org.br/comunicacao/noticias/1789-ordem-das-virgens. Acesso em: 6 fev. 2023a.


Ordem das Virgens. Disponível em: https://www.ordemdasvirgensjf.com/. Acesso em: 6 fev. 2023b.


ORDEM DAS VIRGENS, A. Disponível em: https://www.estantevirtual.com.br/pook-book/goncalves-margarida-ordem-das-virgens-a-2864907301?msclkid=a290380c7b1e14ee3d8e5bed633fd6e3&utm_source=bing&utm_medium=cpc&utm_campaign=Shopping%20Base&utm_term=4579946971044398&utm_content=Todos%20o%20Acervo. Acesso em: 6 fev. 2023.


ORDEM DAS VIRGENS CONSAGRADAS. Disponível em: https://www.diocesesa.org.br/2014/10/28/ordem-das-virgens/. Acesso em: 6 fev. 2023.


Ordem das Virgens são sinal de esperança para a Igreja. Disponível em: https://noticias.cancaonova.com/mundo/ordem-das-virgens-sao-sinal-de-esperanca-para-a-igreja-diz-papa/. Acesso em: 6 fev. 2023.






Esta lista não possui nenhuma classificação de primeiro a último lugar. Foi escrita de forma aleatória, mas todos são favoritos. 


Séries e Filmes

Makanai: Cozinhando para a Casa Maiko
The Princess Weiyoung
General and I
Adoráveis Mulheres (1994)
Sarah (Plain and Tall/ Desafio de uma Vida/ Um Novo Reencontro)
Jane Eyre (1994)
Norte e Sul (2004)
Razão e Sensibilidade (1995)
Ebenézer Scrooge - Adorável Avarento (1970)
Saga Love Come Softly (2003-2011)


Livros

O ideal da alma fervorosa
O Peregrino Russo
Filocalia
Santa Catarina de Sena
Razão e Sensibilidade
Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem
O dom de Pentecostes
Pollyana
Alienação e Intolerância
A Mulher Eterna



Músicas

Christos Anesti
Joel Sunny
Cantigas de Santa Maria: Madre de Jesus Cristo
Cantigas de Santa Maria: Estrela do dia
Live at the Library
Live at the Library 2
Born to be an eagle
Agni Parthene (arabe)
Agni Parthene (grego)
Oração Cantada de São João Crisóstomo
Da Pacem Domine

Outras músicas favoritas de outros momentos


Singelamente, Ana





 


Introdução


Este artigo visa suscitar o tema da Virtude da Amabilidade utilizando como texto base o livro "O Poder Oculto da Amabilidade" (aqui). O desejo da divulgação mais reflexiva sobre este tema, a escuta atenta dos discursos vigentes (seja dos intitulados conservadores, seja dos progressistas), a crítica de cultura necessária diante dos discursos que visam uma deturpação da Virtude da Amabilidade pelo excesso ou pela escassez, assim como o entendimento equivocado da amabilidade na prática cotidiana, como se fosse "uma obrigação cristã a ser bobinho e bonzinho", foram alguns motivadores deste artigo que terá 4 partes. 


Autor do livro


Padre Lovasik foi ordenado em 1938 na Sociedade do Verbo Divino, fundou a congregação feminina "Sisters of the Divine Spirit" e o instituto secular "Family Service Corps". Conduziu missões nos EUA por quarenta anos.


O livro "O Poder Oculto da Amabilidade"


O autor dividiu o tema da Virtude da Amabilidade em três partes: 

Parte 1- Cultive um comportamento amável
Parte 2- Aprenda a falar amavelmente
Parte 3- Corrija com Amabilidade
Parte 4 - Demonstre seu amor com atitudes amáveis


Demonstre seu amor com atitudes amáveis


Palavras amáveis são uma força criativa, um poder que corre para a construção de tudo o que é bom, uma energia que derrama bênçãos sobre o mundo, tanto para os que as pronunciam como para os que as ouvem. O autor inspirado das Sagradas Escrituras exclama: Como é agradável uma palavra oportuna!



Pequenas frases como "Estou orgulhoso de você", "Qual é a sua opinião?" e "Obrigado" são cortesias que lubrificam as engrenagens da monótona rotina da vida cotidiana. Eles são a marca registrada da boa educação. 


 

Comece por aplicar o toque mágico do apreço em sua própria casa. Não há outro lugar onde seja mais necessário - nem mais negligenciado. Sua família deve ter alguns pontos positivos. Há quanto tempo você não expressa sua admiração por algum deles?



O homem comum reclama se não gosta de alguma coisa, se gosta, não diz nada. Nutrimos o corpo de nossos filhos e amigos. Mas com que frequência alimentamos sua autoestima, demonstrando-lhes o apreço caloroso que desejam.  

 


O elogio encoraja e o silêncio desencoraja. Muitos permanecem parados na luta pela santidade, ou até mesmo recuaram, porque ninguém achou conveniente manifestar-lhes o reconhecimento elogioso por seus primeiros esforços e sucessos.  


Ser mesquinho com seus elogios é um defeito que pode ser sinal de uma espécie de apatia.


 

Se você inspirar as pessoas com quem entra em contato a perceberem os tesouros ocultos que elas possuem, poderá transformá-las, pois elas geralmente usam apenas uma pequena parte de seus recursos físicos e mentais. 


Se você falar com amabilidade, vai se tornar uma pessoa cordial, e a cordialidade é uma autêntica força. Nada pode ser feito para Deus sem cordialidade. 


O pior pecado contra o amor fraterno é o escândalo. Uma pessoa que incita ao pecado é culpada do pecado mortal de escândalo tendo sucesso ou não em sua intenção. 

 



As Palavras


Como vimos o autor gasta um longo tempo nos orientando sobre o poder das palavras. Para tal ele aborda o efeito positivo do encorajamento genuíno que pode ser demonstrado com elogios ou uma presença reconfortante. Cada momento exige uma palavra, mas muitas vezes é possível ver, mesmo na Igreja ou na família, uma escassez de palavras de encorajamento genuínas. Elogios genuínos.





Quantos padres não elogiam um determinado fiel por uma boa prática, por um caminho de virtude, quantos amigos se recusam a dar crédito aos talentos dos seus amigos, a prestigiá-los; quantos pais deixam passar tantos bons feitos dos próprios filhos. Quantos usufruem de vários trabalhos, apostolados sem emitir uma palavra de reconhecimento, deixando tudo nas mãos de Deus sendo que podiam ser instrumento do encorajamento de Deus, no entanto, normalmente, tais coisas só aparecem em momentos críticos (pois se veem obrigados a falar elogios) e não no cotidiano, onde está toda a Graça.


Toda essa recusa em prestar a devida ação de reconhecimento nos leva a um egoísmo clerical e eclesial muito característico da atualidade.


Talvez isso venha da nossa percepção, verdadeira, de que devemos fazer as coisas para o Senhor Jesus, no entanto, isso não seria também uma desculpa para o crescimento livre do egoísmo e da inveja? Coisas tão frequentes no clero, que interessantemente, não possui o hábito de encorajar os fiéis, que por sua vez não se encorajam entre si?


O autor nos adverte de que isso pode ser um quadro de apatia. Apatia é a falta de interesse. Estaríamos todos nós profundamente desinteressados nas belezas do ser humano e de seus talentos que passamos a viver uma vida comunitária fake? Talvez esta seja a causa de tantos discursos vazios.



Encorajamento



O encorajamento inspira as pessoas a usarem as suas capacidades, a lapidarem seus talentos e a usarem mais dos seus recursos físicos e mentais. Mas para tal é preciso acreditar que as pessoas podem fazer e ser mais. Acreditar que todos são repletos de talentos e graças.



Quanto não se perde por um professor que não acredita no potencial dos próprios alunos e lhes oferece uma abordagem baixa pois "afinal eles não vão entender", quanto não perde um padre que por não acreditar no potencial do povo (e na ação da Graça) faz uma homilia sem preparo, utiliza termos de programas matinais da TV e não utiliza nem mesmo 1% do que aprendeu em 7 ou 10 anos de seminário, pois "afinal, eles não vão entender".

Quanto não se perde com essa visão derrotada, desencorajadora e cômoda.



Cordialidade



A cordialidade se trata de um comportamento amável de atenção e educação. Ser cordial é uma força, já que nos permite a autenticidade e a defesa de nossos pontos de vista, com uma dose de serena seriedade. As palavras oportunas, levam a atitudes amáveis e depois a um comportamento cordial, que é marcado pela educação e pelo polimento. Polimento é a educação aprimorada, o refinamento.



O refinamento vem da atenção contínua ao tom, gestos, roupas, porte, modelos de referência e, principalmente, ao olhar para além de si.




Quanto se perde com um ato descortês, que leva, quase sempre a falta de caridade. Isso inclusive nos meios religiosos, quantas vezes se recebe de forma desatenciosa um missionário? Este é recebido sem uma mesa com ao menos água, pão e uma cadeira. Isso pelas mesmas pessoas que rezam com frequência. No entanto, a oração verdadeira nunca nos faz ter tal comportamento embasado num egoísmo religioso... comportamento, infelizmente, tão frequente atualmente.



Ser Bom Exemplo


Dar bom exemplo é um ato de extrema amabilidade. Por isso, tanto preocupa os exemplos que incitam ao pecado e as más escolhas. Não somente no que é claramente ruim, mas no que não deveria ser orientado por um católico.



Infelizmente a geração que mais fala de "amor fraterno" é a que mais causa escândalo.

 




Introdução


Este artigo visa suscitar o tema da Virtude da Amabilidade utilizando como texto base o livro "O Poder Oculto da Amabilidade" (aqui). O desejo da divulgação mais reflexiva sobre este tema, a escuta atenta dos discursos vigentes (seja dos intitulados conservadores, seja dos progressistas), a crítica de cultura necessária diante dos discursos que visam uma deturpação da Virtude da Amabilidade pelo excesso ou pela escassez, assim como o entendimento equivocado da amabilidade na prática cotidiana, como se fosse "uma obrigação cristã a ser bobinho e bonzinho", foram alguns motivadores deste artigo que terá 4 partes. 


Autor do livro


Padre Lovasik foi ordenado em 1938 na Sociedade do Verbo Divino, fundou a congregação feminina "Sisters of the Divine Spirit" e o instituto secular "Family Service Corps". Conduziu missões nos EUA por quarenta anos.


O livro "O Poder Oculto da Amabilidade"


O autor dividiu o tema da Virtude da Amabilidade em três partes: 

Parte 1- Cultive um comportamento amável
Parte 2- Aprenda a falar amavelmente
Parte 3- Corrija com Amabilidade
Parte 4 - Demonstre seu amor com atitudes amáveis



Corrija com amabilidade

Corrigir ou repreender é o ato de advertir o outro com autoridade, de modo aberto e direto, por um erro cometido. É uma expressão direta de desaprovação à pessoa corrigida e, evidentemente, é um dever daqueles que possuem a responsabilidade de governar os outros, tais como autoridades eclesiásticas, representantes da lei, pais, empregadores, professores e todos os que possuem o dever de proteger os interesses autênticos das atividades em geral. 


O autor inicia a abordagem sobre a correção fraterna definindo o que é e de quem é o dever de corrigir. No entanto, não é abordado que a correção deve ser feita não embasada no "ser autoridade" e sim na avaliação da conduta da pessoa segundo os parâmetros cristãos e seu ensino moral. Me parece necessário pontuar tal diferença para nos posicionarmos de forma acertada diante de abusos de autoridade em prol da defesa de condutas morais contra a doutrina e ensino católico. Afinal, se tornou comum o uso do microfone e da autoridade investida para semear correções, diretas ou indiretas, contra atos de piedade e escolhas moralmente boas e edificantes.



Se a caridade o exigi não tenha medo de corrigir, mas não se precipite. Primeiramente, pondere se vale a pena fazê-lo, pois algumas pessoas gostam de corrigir por meras ninharias. São Paulo diz a Timóteo: exorta com toda paciência e empenho em instruir. O resultado de uma correção apressada é que ela perde sua eficácia ou produz um efeito contrário. 


O ato de instruir é abordado somente na perspectiva da ignorância, ou seja, aqui se trata de instruir os ignorantes, aqueles que por ventura não receberam alguma bagagem moral ou educacional e que portanto, são objeto de caridade intelectual, para tal é necessário apontar a conduta mais acertada e fazê-lo desvendado os lugares de equivoco, mostrando assim, com clareza e cortesia, os erros. Isso deve ser feito sem medo, pois o medo tira a percepção e maravilhamento que a convicção, por si só, gera no outro.


No entanto, o autor não aborda a correção dos que tem o conhecimento. Afinal, existe os que decidem agir contrariamente ao que lhes foi ensinado, é uma decisão, não uma ignorância. Neste caso é importante ficar com o seguinte ensino "pondere se vale a pena fazê-lo". Uma pessoa que tem o conhecimento e mesmo assim tomou uma decisão contrária, selecionou para isso os pensamentos que lhe são caros. Por exemplo, eu como professora católica ensino o que é moralmente correto, ensino o ensino milenar católico, mas não posso obrigar os que escutam a segui-lo, esta é a grande limitação da evangelização. Se a pessoa escolheu não seguir, é porque eu não estou entre os pensamentos importantes para ela. As pessoas só seguem os conselhos de pessoas que são importantes para elas, se eu não estou entre estas pessoas, não vale a pena corrigir. Esta é a pior parte de ensinar... quando as pessoas rejeitam solenemente o ensino, para elas não tem importância.


Para isso o autor diz "não permita que a sua correção seja resultado da preguiça espiritual, por não se dar ao trabalho de encontrar outras formas de ajudar". Existem outras formas de ajudar os que escolheram o erro (ou o minimamente bom) mesmo sabendo a verdade (ou o melhor a ser feito): interceder, fazer penitência, incentivar que lembrem das belezas do que é certo ou do que é melhor e suportar a limitação das pessoas.


"Faça com que a sua correção brote do amor e não da irritação". 




Para corrigir o autor oferece o seguinte itinerário ao que corrige:




1) Comece com elogios,

2) Fale sobre seus próprios erros antes de criticar os dos outros,

3) Faça perguntas em vez de dar ordens diretas,

4) Proteja a boa fama das pessoas,

4) Incentive, mostrando que, na verdade, é fácil acertar os pontos errados.







Ao que recebe a correção:

1) Ouça sem interromper,

2) Esteja disposto a considerar o assunto,

3) Evite reações violentas,

4) Cultive a gratidão a Deus (neste ponto o padre diz sobre a "oportunidade de sofrer injustiça", no entanto, também é matéria de gratidão ser corrigido por alguém sábio).







Singelamente, Ana



 



Ó Santo e Divino Espírito,
não quero mais viver para mim mesmo;
em Vos amar e agradar
quero empregar tudo o que me resta da vida.
Com este fim, Vos peço
que me concedais o dom da oração mental.




Vinde a meu coração, ensinai-me vós mesmo
a praticá-la como se deve.
Dai-me a força de não deixá-la por tédio no tempo da aridez;
dai-me o espírito de oração,
isto é, a graça de sempre orar e de fazer aquelas orações
que sejam mais agradáveis ao vosso divino Coração.




Por meus pecados me havia perdido;
mas por tantos sinais de vossa ternura,
reconheço que quereis a minha salvação e santificação.
Quero santificar-me para Vos agradar
e amar mais a vossa infinita bondade.
Amo-vos, ó meu soberano Bem, meu amor, meu tudo,
e porque Vos amo, dou-me todo a Vós.



Ó Maria, minha esperança, protegei-me. Amém!

 





Introdução


Este artigo visa suscitar o tema da Virtude da Amabilidade utilizando como texto base o livro "O Poder Oculto da Amabilidade" (aqui). O desejo da divulgação mais reflexiva sobre este tema, a escuta atenta dos discursos vigentes (seja dos intitulados conservadores, seja dos progressistas), a crítica de cultura necessária diante dos discursos que visam uma deturpação da Virtude da Amabilidade pelo excesso ou pela escassez, assim como o entendimento equivocado da amabilidade na prática cotidiana, como se fosse "uma obrigação cristã a ser bobinho e bonzinho", foram alguns motivadores deste artigo que terá 4 partes. 


Autor do livro


Padre Lovasik foi ordenado em 1938 na Sociedade do Verbo Divino, fundou a congregação feminina "Sisters of the Divine Spirit" e o instituto secular "Family Service Corps". Conduziu missões nos EUA por quarenta anos.


O livro "O Poder Oculto da Amabilidade"


O autor dividiu o tema da Virtude da Amabilidade em três partes: 

Parte 1- Cultive um comportamento amável
Parte 2- Aprenda a falar amavelmente
Parte 3- Corrija com Amabilidade
Parte 4 - Demonstre seu amor com atitudes amáveis



Parte 2- Aprenda a falar amavelmente


O autor inicia este tópico com o subtítulo "Busque sempre a verdade", o que já nos distancia de um entendimento, bem comum, da amabilidade como uma espécie doce de respeito humano. 

A Virtude da veracidade, significa dizer exatamente o que está em sua mente. A palavra é a imagem do pensamento. A verdade significa a imagem certa. A veracidade é a imagem da Verdade Divina


No entanto, tal dedicação deve fugir da calúnia, da difamação e da murmuração. Neste ponto encontramos um entrave moral recorrente, pois, quanto seria possível guardar silêncio diante de um ato ruim, de uma conduta ruim? O autor não entra neste entrave. O capítulo parece se referir às relações próximas, como com os filhos e entre os esposos ou, quando muito, entre amigos próximos, em que tais coisas são ruins pois os laços de união são, na doutrina católica, indissolúveis (filhos e esposos).  Acredito ser importante esta ponderação, pois se o capítulo for entendido como conduta mestra para tudo, podemos cair em pontos problemáticos no que se refere à limites nos relacionamentos e ainda à devida postura diante de um comportamento público reprovável. 


Portanto, como qualquer questão moral, estamos enredados em questões complicadas que exigem a boa conduta respectiva a cada situação. Por exemplo, ele aborda o respeito do direito da boa reputação, que é algo realmente importante, no entanto, existem casos em que alguém pode se valer da boa reputação para fazer coisas más (isto, no entanto, não é abordado no livro). 


Então podemos entender que o autor se refere à fofocas infundadas que maculam a reputação das pessoas sem que nada esteja comprovado. Fofocas infundadas são um desrespeito ao mandamento de "não dar falso testemunho".


Após abordar a necessidade da veracidade o autor nos faz relembrar, o já visto no tópico anterior, sobre o valor da caridade nas palavras. No geral, a escrita tende a reiterar o discurso sobre "evitar brigas", novamente, parece ser escrito pensando num contexto familiar e de amizades; mas em várias passagens fiquei com a nítida impressão de estar a ler algo escrito por um fleumático mor, que faz de um tudo para fugir de uma briga. O que nos leva à afirmações problemáticas, veja bem:


Minimize suas conquistas. Até mesmo os seus amigos preferem falar sobre suas próprias realizações do que ouvir você se gabar das suas. Deixe seu amigo superá-lo, porque isso lhe dá um sentimento de importância. Afinal, do ponto de vista humano, você realmente não é muito importante.


É claro que a intenção parece ser cultivar a humildade, no entanto, só temo que a pessoa que está a se minimizar acredite que isso é uma amizade. Não parece ser. Existem pessoas que necessitam de espaço (bem grande, muitas vezes) para se expressar, mas acreditar que isso é uma amizade saudável me parece um problema.


Mas logo adiante o autor se redime (aos meus olhos), voltando à cortesia diplomática:


Se estiver certo, tente conquistar as pessoas com tato e amabilidade para a sua maneira de pensar. As pessoas podem reconhecer a força ou fraqueza de seu caráter, bem como a sua caridade, pela maneira como você discute uma questão controversa com outras pessoas. É sinal de caridade cristã e de fortaleza de caráter defender um ponto com calma, mente aberta, objetiva e educadamente, embora com entusiasmo e sinceridade. Uma das mais proveitosas e agradáveis ocupações humanas é uma discussão honesta e direta.

 

Se você tomasse a decisão firme de nunca dizer uma palavra desagradável, progrediria rapidamente no caminho para a santidade.


Sozinho vigie seus pensamentos; em família, seu temperamento; socialmente, sua língua.


Fale de coisas, não de pessoas.


O sal da sabedoria deve temperar sua conversa o tempo todo. A sabedoria se demonstra ao ficar calado ou ao dizer a coisa certa na hora certa. Se você for sobrenaturalmente sábio e amável, o Espírito Santo o ajudará a dar as respostas apropriadas às perguntas que lhe fazem. 


 









Modéstia: O Caminho da Beleza e da Santa Ordem
Autora: Ana Paula Barros
Prefácio: Carlos Nougué
Designer: Tiago Múrcia
Revisão de texto: Marluce Servinhani

Páginas: 209
Ano de publicação: 2018


Formato 1: livro digital acervo Salus (adquira aqui).
Formato 2: livro digital acervo Amazon (adquira aqui) para os leitores digitais Kindle e app Kindle em celular e tablet
Formato 3: livro físico na Amazon (adquira aqui)



O livro Modéstia - O Caminho da Beleza e da Santa Ordem propõe-se a tratar da virtude da modéstia de maneira assertiva e ponderada, abordando tanto os pontos cruciais quanto os amplamente debatidos.

Neste volume, você encontrará respostas para questões como:
  • O que é a moralidade cristã?
  • A importância das virtudes, não apenas no âmbito religioso, mas também no social, e as consequências da ausência dessas virtudes na sociedade.
  • A influência do feminismo especificamente nesta área.
  • Documentos da Igreja sobre o tema e uma vasta referência de textos.
  • Artigos científicos que corroboram as orientações milenares da Santa Igreja.
  • Respostas às perguntas mais frequentes sobre esta virtude.

E outras abordagens pertinentes.

Com 209 páginas, este livro é fruto de uma jornada pessoal motivada por minhas convicções, após uma enxurrada de críticas à virtude da modéstia e às diversas deturpações que surgiram a partir delas. Revisitei todas essas questões. Em cada linha escrita, depositei uma fibra do meu coração e o amor à Verdade.








O segundo ensaio da tríade A Mulher Católica acaba de ser publicado:


Ensaio: A Mulher Católica: Graça & Beleza
Autora: Ana Paula Barros
Revisão de texto: Jarbas

Páginas: 100
Ano de publicação: 2025
R$: 25,00




Formato 1: livro digital acervo Salus (aqui)
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Página da autora na Amazon (aqui)

Sobre a Autora (aqui)





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"Pois o preceito é lâmpada, e a instrução é luz, e é caminho de vida a exortação que disciplina" - Provérbios 6, 23

Ana Paula Barros

Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e da Linha Editorial Practica. Autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025).

Possui enfática atuação na produção de conteúdos digitais (desde 2012) em prol da educação religiosa, humana e intelectual católica, com enfoque na abordagem clássica e tomista.

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