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Salus in Caritate

A leitura tem feito muitos santos



A leitura tem feito muitos santos

¹Professora Ana Paula Barros




1. INTRODUÇÃO


A frase “A leitura fez muitos santos”, escrita por São Josemaria Escrivá, sintetiza a relevância da leitura como instrumento de formação espiritual e moral no contexto cristão. Escrivá, sacerdote espanhol canonizado em 2002, é reconhecido como o fundador do Opus Dei e frequentemente denominado “o santo do cotidiano”, em virtude de sua proposta de santificação por meio das atividades ordinárias da vida.

No âmbito da espiritualidade cristã, a leitura ocupa papel central como meio de aprofundamento da fé, desenvolvimento das virtudes e promoção da vida interior. Desde os textos bíblicos até os escritos dos santos e teólogos, o contato reflexivo com obras espirituais tem sido considerado um caminho eficaz para a conversão pessoal e o crescimento na intimidade com Deus. Para Escrivá, a leitura não se limita à aquisição de conhecimento, mas constitui uma experiência transformadora que conduz à santidade.

Diante disso, o presente trabalho tem como objetivo geral refletir sobre o papel da leitura como instrumento de santificação. Pretende-se, ainda, analisar como a prática da leitura espiritual pode influenciar a vida cotidiana dos fiéis, promovendo uma vivência cristã mais profunda e coerente com os valores evangélicos.




2. A LEITURA NA TRADIÇÃO CATÓLICA


A tradição católica sempre valorizou a leitura como meio privilegiado de formação espiritual, intelectual e moral. Desde os primeiros séculos do cristianismo, os textos sagrados, os escritos dos Padres da Igreja e as obras teológicas foram considerados instrumentos essenciais para o crescimento na catolicidade e na busca da verdade. Nesse contexto, destaca-se a contribuição de Hugo de São Vítor (1096–1141), teólogo e pedagogo medieval, cuja obra Didascalicon: Da Arte de Ler tornou-se referência na educação cristã.

Segundo Hugo de São Vítor, a leitura é o primeiro passo no caminho do conhecimento e da sabedoria, sendo seguida pela meditação e pela contemplação. Em sua obra, o autor estabelece três preceitos fundamentais para a prática da leitura: saber o que se deve ler, em que ordem se deve ler e como se deve ler. Essa estrutura mostra uma preocupação não apenas com o conteúdo, mas com a formação ampla do leitor, orientando-o para a verdade e para a união com Deus.

A leitura, para Hugo de São Vítor, não é um fim em si mesma, mas um meio de ascese. Ela deve conduzir o indivíduo à contemplação, considerada o grau mais elevado da vida espiritual. Nesse sentido, a escola cristã, segundo o modelo vitorino, não se limita à transmissão de conhecimentos, mas visa formar o ser humano para a sabedoria e para a vida interior.

Além disso, Hugo valoriza a humildade como virtude essencial para o aprendizado. O estudante que despreza qualquer forma de conhecimento demonstra falta de disposição para o verdadeiro saber. Assim, o autor aponta, já na Idade Média, um erro que ainda hoje é recorrente: o desprezo por algumas linhas de escrita consideradas inferiores, como os contos, a literatura em geral e, até mesmo, a leitura bíblica. Por outro lado, tratados e ensaios costumam receber um grau superior de prestígio, embora todos esses gêneros sejam, no que se refere à bagagem literária, complementares.

Dessa forma, a leitura na tradição católica, conforme Hugo de São Vítor, constitui uma prática ordenada, reflexiva e transformadora, pois auxilia o aluno a estudar além de seus gostos pessoais ou do apreço pelo status que determinadas leituras oferecem. A leitura é capaz de conduzir o leitor à contemplação.




3. A PRÁTICA DA LEITURA ESPIRITUAL NA VIDA CRISTÃ


Diferente da leitura informativa ou acadêmica, a leitura espiritual tem como finalidade principal nutrir a alma e orientar o comportamento do fiel segundo os valores evangélicos. Trata-se de uma atividade que exige recolhimento, atenção e abertura para se expor e dispor, sendo recomendada por diversos santos e mestres espirituais ao longo da história da Igreja.

A origem dessa prática remonta à lectio divina, método monástico de leitura orante da Sagrada Escritura, que envolve quatro etapas: leitura (lectio), meditação (meditatio), oração (oratio) e contemplação (contemplatio). Essa abordagem favorece a assimilação do texto bíblico, permitindo que o leitor transforme o conteúdo lido em matéria de oração e ação concreta, sendo esta última o objetivo mesmo da lectio divina, que significa “lição divina”, ou seja, o conteúdo é visto como uma lição a ser colocada em prática de imediato. Daí surgiu a vida santa de Santo Antão, Santo Agostinho, Santo Inácio, que começaram por colocar em prática algo que leram ou escutaram alguém ler.

São Josemaria Escrivá, por exemplo, incluía a leitura espiritual como parte essencial do plano de vida cristã, recomendando que fosse realizada diariamente, mesmo que por poucos minutos. Para ele, a leitura de obras espirituais — especialmente dos Evangelhos, dos Padres da Igreja e de autores clássicos — era um meio eficaz de manter a presença de Deus ao longo do dia e de adquirir critérios sólidos para a orientação das ocupações cotidianas. A construção de critérios é, na prática católica, o principal benefício das leituras espirituais, ou seja, a construção de um acervo de experiências lidas e conselhos recebidos gera uma lista de critérios interiores capaz de fortalecer a fibra interior necessária para estar no mundo sem ser do mundo. Sem critérios, a vida cristã passa a ser balizada por opiniões, modas, discursos de indústrias em busca de lucro, ideologias ou conceitos pré-estabelecidos sem o devido conhecimento.

A prática da leitura espiritual requer disciplina e discernimento na escolha dos textos. Obras como A Imitação de Cristo, História de uma Alma e os escritos de Santo Afonso Maria de Ligório são amplamente recomendadas por sua profundidade teológica e acessibilidade. Além disso, é importante que o leitor se comprometa com a leitura sequencial e reflexiva, evitando a superficialidade e o consumo fragmentado de conteúdos. Conhecimentos fragmentados geram alienação.

Por fim, a leitura espiritual não se limita ao crescimento pessoal, mas também possui dimensão apostólica, ou seja, influencia a sociedade numa dimensão terrestre e prepara as almas, dentro do Corpo Místico de Cristo, para o Reino do Senhor Jesus, numa dimensão espiritual. Ao formar o coração e a mente do cristão, ela o capacita para testemunhar sua fé com firmeza e coragem, que é a concretude e vivência real do sacramento do crisma — o tapa simbólico dado no rosto pelo bispo tem a intenção de simbolizar que o cristão deve evangelizar afastando o medo e a vergonha; deve agir com coragem e firmeza, num santo orgulho do Evangelho. A leitura é um instrumento útil na vida cristã, pois aprimora a dimensão humana e social, mas também fortalece a fibra interior que cada batizado precisa para cumprir o pedido do Senhor de levar a Boa Nova aos quatro cantos da Terra.




4. O PAPEL DOS SACERDOTES CATÓLICOS NO INCENTIVO À LEITURA


Os sacerdotes católicos, como diretores espirituais e educadores da comunidade, desempenham papel fundamental no incentivo à leitura, especialmente no que diz respeito à formação cristã e ao amadurecimento pessoal dos fiéis. A leitura, nesse contexto, não é uma atividade intelectual, mas um instrumento de aprofundamento da fé, de discernimento vocacional e de evangelização — atitude que, no contexto atual, não tem sido desempenhada com a devida atenção. Muito do trabalho pastoral estaria solucionado com indicações de leitura mensal na homilia e — quem dera — uma livraria paroquial com os clássicos católicos básicos.

A literatura também deve ocupar lugar central na formação dos futuros sacerdotes, pois permite o acesso ao coração da cultura humana e à profundidade da experiência espiritual. A leitura de romances, poemas e obras espirituais ajuda a educar o coração e a mente, desenvolvendo empatia, sensibilidade e capacidade de escuta — qualidades essenciais para o ministério pastoral. E talvez esteja neste ponto a grande questão: os reverendos leem pouco. Muito em razão do tempo escasso, e outro tanto por desinteresse. Contudo, ao menos os clássicos seria útil revisitar e instigar o povo que os visite, falar sobre eles, como quem quer que os leiam — ou seja, mais como educador que como teólogo, ou melhor, como um teólogo educador, que é o que os reverendos são ou deveriam ser.

Historicamente, diversos sacerdotes foram grandes incentivadores da leitura. São João Bosco, por exemplo, fundou editoras e escreveu livros voltados à juventude, promovendo a formação moral e religiosa por meio da leitura acessível. 

O sacerdote deve orientar os fiéis na escolha de obras que edifiquem a fé e fortaleçam a vida interior. Ao indicar livros, incentivar grupos de leitura, comentar textos nas homilias e promover o estudo da Bíblia, o sacerdote atua como mediador entre o texto e a alma, ajudando os leitores a transformar conhecimento em sabedoria vivida, enriquecendo a homilia, criando vínculo com a comunidade e, acima de tudo, aumentando a confiança o povo na atuação do clero. Além, é claro, de ser uma ótima forma de tirar o diploma de teólogo (e os outros) da gaveta e fazer algo mais com os anos de estudo que o reverendo trilhou.

Portanto, o papel do sacerdote no incentivo à leitura é pastoral, cultural e espiritual. Ao valorizar a leitura como caminho de formação integral (humana, doutrinal e espiritual), o sacerdote contribui para o crescimento da comunidade e para a construção de uma catolicidade mais consciente e madura.

Dentro deste tópico, há aqueles reverendos que alegam que a comunidade é simples, composta por pessoas que não sabem ler, e que esta proposta está fora da realidade. Pois eu respondo, reverendo: não está. É possível realizar leitura em voz alta e, com tantos recursos disponíveis hoje, como mensagens em áudio, é perfeitamente viável incluir os idosos e aqueles que não podem ou não conseguem ler nos grupos, com muita facilidade. E garanto: eles serão os mais atentos, pois alguém teve a caridade de abrir a porta para novos conhecimentos. Rezo a Deus para que o senhor, reverendo, seja uma dessas pessoas.

Lembre-se, senhor reverendo: a atuação e a palavra de um padre valem mais do que as de cem leigos. Precisamos que os bons falem e façam. Os professores iniciam o trabalho, mas o teólogo é chamado a concluí-lo. Rezo a Deus para que o senhor o conclua com temor, sem deturpar nem pôr a perder os nossos esforços.




¹Ana Paula Barros

Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e da Linha Editorial Practica. Autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025).

Possui enfática atuação na produção de conteúdos digitais (desde 2012) em prol da educação religiosa, humana e intelectual católica, com enfoque na abordagem clássica e tomista.

Totus Tuus, Maria (2015)









oração pelos sacerdotes







1. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que se desviaram no caminho, onde um dia entraram com amor e alegria, e hoje põem dúvida, perante as dificuldades que encontram. Nós Vos louvamos, socorrei esses sacerdotes, dissipai-lhes as dúvidas e mostrai-lhes a alegria de ser Vosso...

2. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que não rezam, não imploram graça e luz para as suas dúvidas e tentações, que não pedem perdão pelos seus pecados e que não por aqueles de que têm responsabilidade. Senhor, para eles imploramos a graça da oração...

3. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que se entregam exclusivamente às obras, que vivem no desejo do êxito, que se deixam embalar pelos louvores e descuidam da sua vida espiritual. Para eles, Senhor, perdão, graça e luz...

4. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciossímo Sangue, nesta terceira de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesoura de graças, para os sacerdotes que se envaidecem do seu saber, que estudam para mostrar cada vez mais sabedoria ao mundo, mas cujo saber está eivado de doutrinas falsas, que põem em dúvida a Vossa própria palavra nas Sagradas Escrituras, e assim geram a descrença nos filhos que lhes confiastes, Mostrai-lhes Senhor, a Vossa verdade, iluminai-lhes o caminho...

5. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes mundanizados, que apreciam as festas, as comodidades, os luxos e o dinheiro e, por isso, se aproximam apenas das pessoas mais ricas, desprezando os pobres. Perdoai-lhes, Jesus, e mostrai-lhes o Vosso caminho de pobreza e humildade...

6. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciossímo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveira, como tesouro de graças, para os sacerdotes que desprezam o trabalho humilde do confessionário e o atendimento daqueles que os procuram na necessidade de um conselho, que afastam as almas aflitas com palavras de aborrecimento e pressa, que afastam as pessoas da confissão, da qual eles próprios se afastam também. Iluminai-os, nós Vos pedimos, ajudai-os a dominar-se, tocai-os com o Vosso amor...

7. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que se deixam dominar pelos sentidos e pelas paixões, pelos que se deixam seduzir e pelos que são eles próprios a atrair e seduzir, com palavras de mel, com o Vosso nome e o de Vossa Mãe nos lábios, enganando incautos, tristes, desanimados e ingênuos, levando-os para seu próprio pecado oculto. Perdão, para eles, Jesus. Perdoai e convertei-vos...

8. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Precisíossimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que recusam a Vossa Cruz, e atiram-na para os ombros dos irmãos, com manifestações de mau gênio ou de preguiça. Mostrai-lhes, Senhor, a Sabedoria da Cruz e enchei-os da Vossa própria paciência...

9. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que têm cargo de chefia e de destaque, para que exerçam as suas funções com humildade e delas não se envaideçam, mas as usem para Vos servir...

10. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que são orientadores de grupos, para que lhes sejam dadas as graças necessárias ao bom desempenho de seu cargo e à sua santificação pessoal...

11. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, Vos imploramos para eles Sabedoria e Ciência de que necessitam nas suas funções, aliadas a um grande amor por Vós, para comunicarem aos seus alunos...

12. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que têm de responder perante os meios de comunicação para que transmitam sabedoria verdadeira...

13. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que são responsáveis por movimentos, congregações e institutos religiosos para que transmitam o Vosso amor a todos os irmãos e cresçam e santidade...


14. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que estão ligados a grandes obrigações pastorais, para que as exerçam com amor, na total entrega à Vossa vontade, enchei-os, Senhor, de sabedoria e santidade, luz e fortaleza...


15. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes encarregados de pregar, para que lhes seja dada a luz e a pureza necessária aos bons frutos da sua missão...


16. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que se vêem rodeados de papéis para analisar, de assuntos para resolver. Acompanhai-os, Senhor, e enchei-os de Sabedoria...


17. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que chegaram ao fim do dia e não tiveram uma hora para estar Convosco. Nós Vos imploramos, ide Vós ao encontro deles e tocai-lhes o coração com a Vossa companhia é melhor que tudo o mais...


18. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que trabalham nos hospitais, para que lhes seja dada a graça de transmitir a paz e a esperança aos doentes e comunicar o Vosso Amor a todos, principalmente aos que vão morrer...


19. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que andam de paróquia em paróquia assoberbados de trabalho. Santificai, Senhor, as suas lides apostólicas com as graças dos Vossos trabalhos e canseiras...


20. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que estão doentes e para os que são idosos. Concedei-lhes a graça de aproveitarem as suas dores e dificuldades para crescerem em amor e santidade...


21. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que são vítimas de intrigas e calúnias. Dai-lhes forças para carregar a sua Cruz...


22. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que estão continuamente rodeados de pessoas que se convencem de que eles são santos e os rodeiam de muitos perigos, além de os fazerem perder tempo. Senhor, que eles não Vos percam de vista...


23. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que estão tentados, em trevas, que não vêem o caminho, que não sabem mais o que fazer da sua vida, para que a luz de que necessitam lhes seja dada. Tende piedade deles, Senhor...


24. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que já não têm a verdadeira fé, que se deixaram dominar por idéias falsas e já não acreditam nos sacramentos, não crêem na Vossa presença Eucarística e admitem a falta de respeito e os abusos. Jesus, perdão para estes sacerdotes. Mostrai-lhes os seus erros...


25. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que não obedecem ao Santo Padre e se afastam da Vossa Igreja. Suplicamo-Vos por eles, fazei-os voltar à obediência à Igreja...


26. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que estão arrependidos de ter seguido o caminho do Sacerdócia, e para os que estão tentados a deixá-lo. Nós Vos pedimos, dai-lhes luz para ver o caminho e amor para não o deixarem...


27. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que cederam a tentação, Vos abandonaram e agora erram pelos caminhos do mundo. Nós Vos pedimos para eles a graça do arrependimento. Nós imploramos que eles voltem...


28. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que estão arrependidos de Vos terem abandonado, mas não vêem possibilidades de mudar de vida, pelas responsabilidades que assumiram. Nós Vos pedimos envolvai-os com Vossa Misericórdia...


29. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que não se arrependeram de Vos terem abandonado e fazem gala de sua traição. Nós Vos pedimos para eles a graça do arrependimento e do perdão...


30. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que resistem, que rezam e trabalham, pelos que cumprem seu dever, perseverem nessa atitude e avancem, cada vez mais, no caminho da santidade. Sede, Vós próprio, Senhor, sempre a sua consolação e a sua alegria...


31. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes que se afadigam e sofrem muitas necessidades e perigos nas missões, para que sejam fortalecidos cada vez mais...


32. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras, como tesouro de graças, para os sacerdotes falecidos, para que, pelo Vosso Sangue, sejam purificados e conduzidos ao Vosso Reino...


33. Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos graça, força, luz e amor para todos os Vossos sacerdotes, para que eles conduzam até Vós os filhos que lhes confiastes e recebam finalmente a coroa de Glória no Vosso Reino. Amém.


Obs: Não é necessário tomar todas as súplicas aqui sugeridas, pode-se, conservando a fórmula: "Senhor Jesus Cristo, nós Vos suplicamos uma gota do Vosso Preciosíssimo Sangue, nesta terceira hora de Vossa Paixão no Horto das Oliveiras...". Fazer outras súplicas.


Comunhão Espiritual

Ó meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento. Amo-vos sobre todas as coisas e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-vos agora de maneira Sacramental, vinde ao menos, espiritualmente, ao meu coração. (pausa)

Abraço-me convosco, uno-me a Vós inteiramente. Não permitais que eu me separe de Vós. Ó Jesus, sumo bem e doce amor meu, vulnerai e inflamai meu coração, a fim de que esteja abrasado em Vosso amor para sempre. Amém.





Ana Paula Barros

Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação pela Pontifícia Universidade Católica. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural pela Academia de Belas Artes de São Paulo. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025). 





piedoso uso do veu mulheres catolicas



lancamento-graca-e-beleza-ana-paula-barros








"cada vez que prestamos atenção no coro dos séculos,  é sempre a voz do homem que chegamos a ouvir. Salvo raras, exceções, só se percebe a presença da mulher pela plenitude do silêncio que acompanha e sustenta os cantos masculinos" Baronesa Gertrudes Von Le Fort, escritora católica (1876-1971). 

Introdução


Dentre os materiais disponíveis sobre o piedoso uso do véu, existem argumentos sempre citados e outros pouco trabalhados que, no entanto, são os mais importantes. Para que a temática seja entendida e para que a vivência e a piedade sejam experimentadas de uma melhor forma, você encontrará abaixo um estudo com os 7 motivos para usar o véu que são comentados minimamente, mas que são a razão central do seu uso.

Vale lembrar que o uso do véu é um desdobramento no caminho da vivência da virtude da modéstia. Assim, não é possível vivenciar uma prática sem a outra ou ainda sem o entendimento real e verdadeiro do que é a modéstia, passando a praticá-la como uma virtude e não como uma moda. O uso piedoso do véu está unido à vivência da virtude da modéstia.

Sugiro que você estude estes materiais sobre a Virtude da Modéstia e da Mulher: 


Acervo da Biblioteca Digital Salus: Seleta sobre Modéstia (textos dos papas, santos e membros ilustres da igreja sobre o tema)

O QUE TODO CATÓLICO PRECISA SABER SOBRE A MAÇONARIA


Dentre os temas não abordados claramente atualmente está a Maçonaria. Sabemos que existem maçons em diversos grupos religiosos, pois, uma de suas afirmações é que a maçonaria não pertence a um grupo religioso específico. Assim é bem fácil encontrar maçons em diversas vertentes religiosas. Acontece que para os católicos a maçonaria sempre foi proibida por ser uma prática intrinsecamente má, que visa se voltar contra Deus e a Igreja, mesmo se passando por um grupo de caridade e bondade.

Para que você possa ter uma idéia sobre essa seita segue abaixo um estudo sucinto, mas adequado, sobre o assunto. Rezemos para que a verdadeira profetização, que é o ato de tirar as pessoas do erro e orientá-las seja suscitado nos corações.

A maçonaria


A maçonaria é uma sociedade secreta, isso é o suficiente para tornar a associação ilegal para os católicos ("deixai as obras das trevas e revesti-vos das armas da luz", "vós sois filhos da luz"). Além disso, recebeu inúmeras condenações papais, começando com a constituição de Clemente XII, em 1738, onde foi declarado que certas associações chamadas Maçonarias, e outros nomes, faziam profissão apenas de uma religião natural, independentemente de qualquer credo; que seus objetos e procedimentos eram completamente secretos, que mantinham um sigilo juramentado; que, na opinião dos juízes competentes, muitos membros de tais sociedades foram desacreditados, tidos como sem princípios; e que vários governos civis já os suprimiram como um perigo público. (Definição de Catholic Dictionary, 1951)

Ensino da Igreja sobre maçonaria


O primeiro aviso do perigo foi dado por Clemente XII no ano de 1738 e sua constituição foi confirmada e renovada por Bento XIV. Pio VII seguiu o mesmo caminho; e Leão XII, em sua constituição apostólica, Quo Graviora, juntou os atos e decretos dos antigos Pontífices sobre este assunto, ratificou-os e confirmou para sempre. No mesmo sentido, falou Pio VIII, Gregório XVI e, muitas vezes foi abordado na Enciclopédia de Pio IX sobre a Maçonaria pelo Papa Leão XIII, 1884.

"No entanto, neste período, os partidários do mal parecem se combinar e estar lutando com uma veemência unida, liderada ou assistida por aquela associação fortemente organizada e difundida chamada maçonaria. Já não fazem nenhum segredo de seus propósitos, eles agora estão corajosamente se levantando contra o próprio Deus. Eles estão planejando a destruição da Santa Igreja de forma pública e aberta, e isso com o propósito comum de despojar completamente as nações da cristandade, se fosse possível, das bênçãos obtidas para nós através de Jesus Cristo, Nosso Salvador". Encíclica Sobre Maçonaria pelo Papa Leão XIII, 1884

"Se outras provas estivessem faltando, esse fato seria suficientemente divulgado pelo testemunho de homens bem informados, dos quais outros em outros tempos, e outros recentemente, declararam que é verdade para os maçons que eles especialmente desejam atacar a Igreja com hostilidade irreconciliável, e que nunca descansarão até que tenham destruído o que os supremos pontífices estabeleceram por causa da religião ". Encíclica Sobre Maçonaria pelo Papa Leão XIII, 1884

"Há também um grande perigo que ameaça a unidade por parte dessa associação, que é chamada de maçons, cuja influência fatal durante muito tempo oprime as nações católicas em particular" Encíclica Sobre a Reunião da Cristandade pelo Papa Leão XIII, 1894

"Tendo em conta estas várias razões, os católicos desde 1738 são, sob pena de excomunhão, incorridos ipso facto, estritamente proibidos de entrar ou promover de qualquer maneira sociedades maçônicas. A lei agora vigente [214] pronuncia a excomunhão sobre "aqueles que entram em maçônicas ou carbonárias ou outras seitas do mesmo tipo, que, abertamente ou secretamente, englobam contra a Igreja ou autoridade legal e aqueles que, de qualquer forma, favorecem essas seitas ou não denunciam seus líderes e membros principais". 1917, Católica Enciclopédia, Maçonaria

Para que você entenda qual a papel dessa inimiga irreconciliável da Igreja, assista a formação abaixo e descubra o que a própria Santa Virgem nos orienta em relação a maçonaria e comunismo, que Ela chama de soldados do demônio que desejam corromper as almas resgatadas pelo Sangue de Seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo. Para isso Ela explica o Apocalipse.



Resumo


O ensino da Igreja é claro; nenhum católico pode ser um membro ou mesmo tolerar a adesão em qualquer sociedade maçônica.

Observação:
- ipso facto: em decorrência do próprio fato




Ana Paula Barros

Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação pela Pontifícia Universidade Católica. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural pela Academia de Belas Artes de São Paulo. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025). 



I- Introdução


Nos discursos atuais escuta-se comumente o termo "modernismo". No entanto, qual seriam os aspectos que o definem? E quais são os seus males?

O primeiro ato que devemos fazer é retirar de nós essa mundanidade, que nos leva a crer que tudo que é moderno é necessariamente bom. Com o progresso da tecnologia e os diversos avanços nas indústrias do varejo, é muito comum que as pessoas passem a ver a Igreja como uma grande empresa que deve se modernizar, atender as demandas do público e, se possível, fazer pesquisas de satisfação com a firme intenção de atender aos desejos do público que graciosamente lhe dá o favor da sua presença. Desdenhando a concorrência, que é em si, um ato de favor indizível. Portanto, segundo os detentores deste pensamento, a Igreja deve se modernizar e se encaixar nos desejos mutáveis do povo. 


A Igreja têm a missão de evangelizar o mundo, ou seja, levar a boa nova às pessoas, levar o sagrado ao mundo, converter as pessoas. A Igreja não deve se deixar profanar, mundanizar, deixar que tome aparência de evangelização o que é, na verdade, uma dessacralização.



Tradução livre do site Catholic Essentials. As citações bíblicas foram atualizadas para a norma brasileira, mas o texto é a tradução livre do inglês. Nas citações de textos do magistério foram acrescentados, por nós, os links para os documentos, na íntegra, no site oficial da Santa Sé.


O modernismo


É descrito como a "síntese de todas as heresias" por Papa Pio X. O modernismo é definido como: "Uma crença cujo o fundamento é o agnosticismo e a imanência ( aquilo ou aquele que possuí em si próprio o princípio e o fim). Com esses princípios, aliados com várias doutrinas evolutivas, o modernismo tendeu a demitir os dogmas (que chamou de variáveis símbolos), os sacramentos (que reduziu a sinais nutritivos da fé), a autoridade e autenticidade das Escrituras, a autoridade e a disciplina da Igreja. Reduziu o Cristo as dimensões humanas, como mais uma exemplo comum para a humanidade". (Catholic Dictionary, 1951)

Referências ao Modernismo nas Escrituras


"Eu sei que, depois da minha partida, lobos furiosos entrarão entre vocês, não poupando o rebanho. E, por si mesmo, levantar-se-ão homens falando de coisas perversas, para atraírem discípulos após si." (Atos 20, 29-30)

"Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?
Semelhantemente, toda árvore boa dá frutos bons, mas a árvore ruim dá frutos ruins. A árvore boa não pode dar frutos ruins, nem a árvore ruim pode dar frutos bons. Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão!"
  (Mateus 7, 15-20)


Ensino da Igreja Católica sobre o Modernismo na Igreja


"Nós aludimos, Veneráveis ​​Irmãos, a muitos que pertencem aos leigos católicos e, o que é muito mais triste, às fileiras do próprio sacerdócio, que, animado por um falso zelo pela Igreja, carece das sólidas salvaguardas da filosofia e teologia, e mais, completamente imbuídas das doutrinas venenosas ensinadas pelos inimigos da Igreja, e perdidos de todo sentimento de modéstia, se colocam como reformadores da Igreja e, formando-se mais ousadamente em ataque, atacam tudo o que é mais sagrado na obra de Cristo, não poupando a Pessoa do Divino Redentor, que, com audácia sacrílega, degradam-se à condição de um homem simples e comum". 
"No conflito entre as diferentes religiões, o máximo que os modernistas podem manter é que o católico tem mais verdade porque é mais vívido e que merece com mais razão o nome de cristão porque corresponde mais plenamente às origens do cristianismo". 

"Essas razões bastaram para demonstrar de forma superabundante por quantas estradas o modernismo leva ao ateísmo e à aniquilação de toda religião. O erro do protestantismo foi o primeiro passo nesse caminho; o do modernismo é o segundo; o ateísmo será o próximo". 

(Encíclica "Pascendi Domini Gregis: Sobre as Doutrinas Modernas", Papa Pio X)



Resumo


O modernismo começou a se tornar predominante no início do século XX, e o Papa Pio X imediatamente chamou a atenção do mundo, condenando-o com duas encíclicas "Sobre as Doutrinas Modernistas em 1907" e "O Juramento Contra o Modernismo em 1910"*. Hoje, o modernismo é muito comum na Igreja Católica, e os católicos devem evitá-lo à todo custo.

Qualquer católico que se atreva a aprovar o modernismo ou seja parte dele não pode se chamar  de católico. Cabe aos padres buscarem uma auto formação condizente com a elevada e Santa Doutrina da Igreja e pedir a Deus a coragem inabalável de guiar o povo sem medo ou respeito humano nos caminhos do Senhor, honrando a sua ordenação e sendo os pais espirituais que esperamos que sejam. Cabe aos leigos, rezar pelos padres que caíram nesse erro para que se emendem e recordem do chamado do Senhor que supera toda ideologia ou ideal mundano, além de se comportarem como homens e mulheres piedosos que com sua presença fortificam o padre e também exigem dele, até mesmo no silêncio, que ele cumpra o ofício divino como manda a Santa Igreja, para isso, os leigos devem estudar e pedir a graça da humildade, que alcança os corações dos sacerdotes mais determinados no erro ou no mínimo inquieta os seus pensamentos e corações para que revejam suas escolhas. E acima de tudo, respeite o padre, lembrando-o insistentemente do seu sacerdócio, através da vênia quando ele entrar para celebrar a Santa Missa, pedindo a benção, beijando a sua mão, rezando por ele e o tratando com respeito (mesmo que ele não esteja realizando seu ofício de forma condizente com sua dignidade), essas atitudes colocam sobre os ombros do padre o peso da responsabilidade sacerdotal. 


Cabe a todos membros do Corpo Místico do Senhor, largar a mundanidade e os pensamentos modernos, que não refletem os pensamentos de Cristo. Deus é imutável, não segue modas. E a Igreja, sua esposa, também não.



* O juramento anti-modernista foi promulgado em 1910 por São Pio X, e todos os padres, bispos e professores eram obrigados a fazê-lo até ser suprimido em 1967 por Paulo VI (leia aqui).



Referências


CATHOLIC ESSENTIALS. Modernism. [S. l.], 1 jan. 2008. Disponível em: http://www.catholicessentials.net/modernism.htm. Acesso em: 21 dez. 2017.

PERMANÊNCIA. Juramento Anti-Modernista. [S. l.], 1 jan. 2008. Disponível em: https://permanencia.org.br/drupal/node/5257. Acesso em: 21 dez. 2017.





Comunismo

(texto baseado na tradução e adaptação do site Catholic Essentials)

O comunismo é uma forma mais lógica e extrema do socialismo, resultado da teoria revolucionária de Karl Marx. A filosofia subjacente é materialista e determinista; a ordem social evolui através das lutas econômicas entre as classes em direção à revolução violenta e uma ditadura do proletariado, é seguido por um "desaparecimento" do Estado (pois, não desaparece de fato, pois, não existe como viver numa sociedade sem governo) e a sociedade passa a ser composta por pessoas sem propriedade privada, onde tudo é comum e onde tudo funcionará voluntariamente e todos arrecadam livremente bens produzidos de acordo com suas necessidades (na prática alguém teria que gerar produtos e outros deveriam ter acesso a essa produção de forma igual, no entanto, o único que tem realmente propriedade é o Estado, ou seja, a classe de pessoas responsáveis pela gestão). Além da teoria abstrata do comunismo, deve-se, desde 1917, ser considerada a tentativa concreta de aplicar seus princípios na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, onde um aspecto da mesma pode ser resumido nas palavras de Stalin: "Falando cientificamente, a ditadura do proletariado é um poder que não é restrito por nenhuma lei, impedido por nenhuma regra e baseado diretamente na violência".

Seja na teoria ou na prática, a Igreja rejeita totalmente o comunismo devido a seus erros, nomeadamente: o materialismo ateísta, a doutrina e a prática da guerra de classes, a negação dos direitos e liberdades da pessoa humana, incluindo o direito natural de possuir alguma medida de propriedade privada, e seu desprezo pela boa moral.

O comunismo tem sido repetidamente condenado pela Santa Sé, nomeadamente pelo papa Pio XI na Encíclica Divini Redemptoris . (Baseado na definição de Catholic Dictionary, 1951)


Ensino da Igreja sobre o comunismo :


"Este perigo tão iminente, veneráveis ​​irmãos, como já supôs, é o comunismo ateísta e bolchevique, que visa destruir a ordem social e minar os próprios alicerces da civilização cristã" Encíclica sobre o comunismo ateísta pelo papa Pio XI, 1937

"Com referência ao comunismo, nosso Venerável Predecessor, Pio IX, da memória sagrada, já em 1846 pronunciou uma condenação solene, que ele confirmou nas palavras do Syllabus " essa infame doutrina do chamado comunismo é absolutamente contrário a própria lei natural, e uma vez adotada destruirá completamente os direitos, os bens de todos os homens, e mesmo a própria sociedade ". [1] Mais tarde, outro dos nossos predecessores, o imortal Leão XIII, em sua Encíclica Quod Apostolici Muneris, o comunismo definido como "a praga fatal que se insinua na própria medula da sociedade humana apenas para causar a sua ruína". Encíclica sobre o comunismo ateísta pelo papa Pio XI, 1937

"Em 1924, quando nossa missão de alívio voltou da União Soviética, condenamos o comunismo em uma Allocução especial [3], que dirigimos ao mundo inteiro. Nas nossas Encíclicas Miserentissimus Redemptor, [4] Quadragesimo Anno, [5] Caritate Christi, [ 6] Acerba Animi, [7] Dilectissima Nobis, [8] Realizamos um protesto solene contra as perseguições desencadeadas na Rússia, no México e agora na Espanha ". Encíclica sobre o comunismo ateísta pelo papa Pio XI, 1937

"De fato, os inimigos mais persistentes da Igreja, que de Moscou estão dirigindo a luta contra a civilização cristã, dão testemunho, por seus incessantes ataques de palavras e atos, que até essa hora o Papado continuou fielmente a proteger o santuário da religião cristã e que chamou a atenção do público para os perigos do comunismo com mais frequência e eficácia do que qualquer outra autoridade pública na terra ". Encíclica sobre o comunismo ateísta pelo papa Pio XI, 1937

"Em tal doutrina, como é evidente, não há espaço para a idéia de Deus, não há diferença entre matéria e espírito, entre alma e corpo, não há sobrevivência da alma após a morte nem esperança em uma vida futura. Assim, a luta de classes com seu consequente ódio violento e destruição assume os aspectos de uma cruzada para o progresso da humanidade. Por outro lado, todas as outras forças, desde que resistam a uma violência tão sistemática, devem ser aniquiladas como hostis à raça humana.
O comunismo, além disso, tira o homem de sua liberdade, rouba a personalidade humana de toda a sua dignidade e remove todas as restrições morais que controlam as erupções do impulso cego. Não há reconhecimento de nenhum direito do indivíduo em suas relações com a coletividade; nenhum direito natural é concedido à personalidade humana, que é uma mera roda dentada no sistema comunista. Além disso, nas relações do homem com outros indivíduos, os comunistas mantêm o princípio da igualdade absoluta, rejeitando toda hierarquia e autoridade divinamente constituída, incluindo a autoridade dos pais." Encíclica sobre o comunismo ateísta pelo papa Pio XI, 1937

"Tal, Veneráveis ​​Irmãos, é o novo evangelho que o comunismo bolchevista e ateísta oferece ao mundo como a boa notícia da libertação e da salvação! É um sistema cheio de erros e sofismas. É em oposição à razão e à Revelação Divina, subverte a ordem social, porque significa a destruição de seus fundamentos, porque ignora a verdadeira origem e propósito do Estado, porque nega os direitos, a dignidade e a liberdade da personalidade humana ". Encíclica sobre o comunismo ateísta pelo papa Pio XI, 1937

"Veja, Veneráveis ​​Irmãos, que os fiéis não se deixem enganar! O comunismo é intrinsecamente errado, e ninguém que pertença a civilização cristã deve colaborar com isso em qualquer empreendimento. Aqueles que se deixam enganar em empréstimos e auxílio para o triunfo do comunismo em seu próprio país, serão os primeiros a serem vítimas de seu erro. E quanto maior a antiguidade e grandeza da civilização cristã nas regiões onde o comunismo penetre com sucesso, tanto mais devastador será o ódio exibido pelo ímpio " Encíclica Sobre o Comunismo Ateístico pelo Papa Pio XI, 1937

"Como todos os outros apostolados, o apostolado dos leigos tem dois objetivos: preservar e conquistar. A Igreja atual deve dar a maior atenção a ambos. Colocando-o de forma sucinta, a Igreja de Cristo não tem intenção de ceder terreno a seu inimigo declarado, o comunismo ateísta, sem luta. Esta batalha será combatida até o fim, mas com as armas de Cristo!" Encíclica Sobre os Princípios Orientadores do Apostolado dos Leigos pelo Papa Pio XII ao Segundo Congresso Mundial do Apostolado dos Leigos, 1957

"Há alguns que se mostram temerosos e incertos quando confrontados com a perversidade do comunismo que visa roubar sua fé, a quem promete prosperidade material. Mas documentos recentemente publicados por esta Santa Sé mostraram claramente o caminho a seguir , o caminho a partir do qual ninguém deve se desviar a menos que deseje falhar em seu dever" Exortação Apostólica do Papa Pio XII ao Clero do Mundo Inteiro.

"Além disso, não se contentam com a remoção da religião da sociedade pública, eles desejam bani-la também de famílias privadas. Por ensinar e professar o erro mais fatal do "comunismo e socialismo ", afirmando que "o princípio de existência da sociedade doméstica ou a família deriva apenas do direito civil; e, conseqüentemente, que somente do direito civil derivam todos os direitos dos pais sobre seus filhos, e especialmente o de prover a educação." Encíclica sobre a condenação de erros atuais pelo papa Pio IX, 1864


"IV. SOCIALISMO, COMUNISMO, SOCIEDADES SECRETAS, SOCIEDADES BÍBLICAS, SOCIEDADES CLERICO-LIBERAIS 
As pragas deste tipo são freqüentemente reprovadas nos termos mais severos da Encíclica" Qui pluribus ", 9 de novembro de 1846, Allocution "Quibus quantisque ", 20 de abril , 1849, Encíclica "Noscitis et nobiscum", 8 de dezembro de 1849, Allocution "Singulari quadam", 9 de dezembro de 1854, Encíclica "Quanto conficiamur", 10 de agosto de 1863 " O SÍLABO DOS ERROS CONDENADOS POR PIO IX, 1864

"Por isso, chegamos ao limite dos horrores, do comunismo, do socialismo, do niilismo, das deformidades horríveis da sociedade civil dos homens e quase a sua ruína. E, no entanto, muitos tentam ampliar o alcance desses males e sob o pretexto de ajudar a multidão, abrindo pequenas chamas de miséria. As coisas que mencionamos não são nem desconhecidas nem muito distantes de nós " Encíclica Sobre a Origem do Poder Civil pelo Papa Leão XIII, 1881

"Deste modo, vejamos diariamente os numerosos males que afligem todas as classes de homens. Essas doutrinas venenosas corromperam completamente a vida pública e privada: o racionalismo, o materialismo, o ateísmo engendraram os princípios do socialismo, do comunismo, do niilismo e do mal que não era apenas surgiu encaixe derivado de tal parentalidade, mas era a sua descendência necessária " Encíclica sobre o ordenamento correto da vida cristã pelo Papa Leão XIII, 1888

"A Santíssima Virgem que, uma vez, dirigiu vitoriosamente o combate contra a terrível seita dos albigenses de países cristãos, agora invocada por nós, combaterá os novos erros, especialmente os do comunismo, que nos recorda de diversas maneiras, em seus motivos e feridas, os erros antigos" Encíclica Sobre o Rosário pelo Papa Pio XI, 1937

"Se o socialismo, como todos os erros, contém alguma verdade (que, além disso, os Pontífices supremos nunca negaram), baseia-se, no entanto, numa teoria da sociedade humana peculiar a si mesma e inconciliável com o verdadeiro cristianismo. O socialismo religioso, o socialismo cristão, são termos contraditórios; ninguém pode ser ao mesmo tempo um bom católico e um verdadeiro socialista ". Encíclica Sobre a Reconstrução da Ordem Social pelo Papa Pio XI, 1931


Resumo


Eis os motivos que um verdadeiro católico jamais pode ser comunista, nem tolerar o comunismo.

Nota-se que devemos conhecer esses textos e também rezar pelos homens do clero que num rompante não definido, se esquecem da orientação da Igreja e não guiam o povo para o caminho correto, seja por adesão ao erro, seja por omissão ou medo.











1- Comportamento, Vestimenta e Masculinidade















2- Modéstia Masculina e Imoralidade (Parte 1)







3- Modéstia Masculina e Imoralidade (Parte 2)



















Livro completo aqui












Francisco de Zurbarán. A Jovem Virgem, 1632-33. Museu Metropolitano de Arte.



Dentre os múltiplos planejamentos que empreendemos em nossas vidas, raramente encontramos alguém que dedica atenção à organização de sua espiritualidade. Não faço menção à vida espiritual, pois, na realidade, não existe tal segmentação entre vida profissional, vida espiritual, vida intelectual, vida conjugal... Há apenas a vida, e uma área influencia a outra, formando a totalidade de nossa existência. Torna-se, assim, motivo de preocupação quando a espiritualidade, elemento essencial para a manutenção da vida, se restringe ao Domingo. Não posso deixar de enfatizar que a vivência do Dia do Senhor deve ressoar ao longo da semana, e os dias da semana devem conduzir à vivência do Dia do Senhor.

Portanto, a priori, é fundamental comprometer-se com a Confissão e a Comunhão, ao menos aos Domingos, e, se possível, também nos dias de semana.

É imperioso lembrar que as práticas de devoção são significativas, mas elas nascem e retornam para uma vivência sacramental, que são os faróis de uma vida submetida à Vontade de Deus. Reflita sobre isso: uma vida que permite a recepção dos sacramentos é indicativo de que a alma se submeteu aos preceitos divinos. "Quem me ama obedece os meus mandamentos" (Jo 14, 23).

Assim, possuir devoções, mas não decidir-se por uma vida que propicie a recepção dos Sacramentos é uma forma de falsidade, similar a Judas que beija o Senhor e depois O trai.

Com essa percepção em mente, podemos nos dedicar a conhecer o planejamento espiritual que a Igreja nos oferece, como uma mãe cuidadosa, incluindo dicas para pôr em prática as sugestões fornecidas.

As devoções são valiosas para auxiliar na vida de oração. A Igreja, atenta ao comportamento humano de muitas vezes rezar somente por si e, no máximo, pelos seus, orienta-nos a realizar uma obra de caridade espiritual, rezando por determinados fins em prol da fortificação da Igreja, combatendo o egoísmo na oração e lembrando-nos do auxílio da Igreja Triunfante e Padecente.

Na prática, possuímos devoções para cada dia da semana e para cada mês. Durante o dia, a Igreja nos oferece a Liturgia das Horas (uma forma mais completa, que é a oração da Igreja) e o Angelus (de manhã, ao meio-dia e à tarde), que é uma forma mais rápida e igualmente eficaz de elevar a mente a Deus. Também temos a orientação de recitar jaculatórias durante alguma tarefa, oferecer alguma contrariedade por uma intenção ou dedicar uma tarefa (especialmente aquelas que não apreciamos realizar) como forma de oração.

Dessa forma, tudo se torna oração.

Para tornar o entendimento mais claro, abaixo você encontrará a devoção orientada pela Santa Igreja para cada dia da semana, assim como sugestões de práticas a serem realizadas. Há também uma breve descrição sobre a devoção do mês e as devoções que lucram indulgência. Adicionalmente, é viável edificar uma estrutura espiritual sólida e edificante ao implementar as seguintes práticas:

Acervo Digital Salus: Plano de Leitura Bíblica 2025 (Calendário Inteligente Antigo e Novo Testamento) + Comentários dos Doutores da Igreja - Salus in Caritate

Acervo Digital Salus: Plano de Vida Espiritual - Salus in Caritate



Instruções Espirituais da Santa Igreja para a Vida Cristã

Domingo: Ressurreição do Senhor
Segunda: Almas do Purgatório 
Terça: Santos Anjos 
Quarta: São José 
Quinta: Santíssimo Sacramento 
Sexta: Paixão de Cristo 
Sábado: Imaculado Coração



Sugestões de Orações

As sugestões abaixo são enriquecidas de Indulgência Parcial e estão no Manual de Indulgências, quando o fiel realiza as normas próprias para lucrá-las:

Domingo: Recitar a oração "Alma de Cristo" após a comunhão (aconselhável na ação de graças em toda Santa Missa).

Segunda: Recitar "Dá-lhes Senhor o descanso eterno" (indicada para todos os dias, pois é bem curta; pode-se acender uma vela votiva).

Terça: Recitar a oração "Santo Anjo" (pode-se acender uma vela votiva).

Quarta: Recitar a oração "A vós, São José" (pode-se acender uma vela votiva).

Quinta: Recitar qualquer fórmula de comunhão espiritual (a mais comum é a de Santo Afonso de Ligório, também pode ser feita todos os dias, pois é bem curta).

Sexta: Recitar a oração "Dulcíssimo Jesus" (Ato de Reparação) ou "Dulcíssimo Jesus, Redentor" (consagração do gênero humano).

Sábado: Recitar o Ofício da Imaculada.


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"Pois o preceito é lâmpada, e a instrução é luz, e é caminho de vida a exortação que disciplina" - Provérbios 6, 23

Ana Paula Barros

Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e da Linha Editorial Practica. Autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025).

Possui enfática atuação na produção de conteúdos digitais (desde 2012) em prol da educação religiosa, humana e intelectual católica, com enfoque na abordagem clássica e tomista.

Totus Tuus, Maria (2015)




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