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Salus in Caritate



Sendo Católico: O que é a Graça de Deus?



"Uma certa memorização das palavras de Jesus, de passagens bíblicas importantes, dos dez mandamentos, das fórmulas de profissão de fé, dos textos litúrgicos e das orações essenciais e de noções chaves da doutrina..., longe de ser contrária à dignidade dos jovens cristãos, ou de constituir para eles um obstáculo para o diálogo pessoal com o Senhor, é uma verdadeira necessidade... É preciso ser realista. As flores da fé e da piedade cristã, se assim se pode dizer, não crescem nos espaços ermos de uma catequese sem memória. O essencial é que os textos memorizados sejam ao mesmo tempo interiorizados, compreendidos pouco a pouco na sua profundidade, a fim de se tornarem fonte de vida cristã pessoal e comunitária" (Catechesi Tradendae, ponto 55, de São João Paulo II, 1979)


Catequese I: aqui


Catequese Essencial II: aqui


Catequese Essencial III: Doutrina da Igreja Católica



"Entre todos os inúmeros presentes de Deus, chama-se Graça o maior presente d'Ele, que é o poder de nos tornarmos verdadeiros filhos de Deus" (Jo 1, 12; I Jo 3, 1).

I- O ser humano é Corpo, Alma e Graça


Deus criou o homem com Corpo, Alma e Graça. No momento da criação, o homem, por meio da Graça, tornou-se filho de Deus, herdeiro do Paraíso. A natureza do homem não exige a Graça; por isso a Graça é definida dom sobrenatural, isto é, superior a todas as exigências da natureza humana.


II- Tríplice Graça


A teologia católica distingue três tipos de Graça:

- Santificante (ou habitual) 

Dom sobrenatural, inerente à nossa alma, que nos faz justos, filhos de Deus e herdeiros do Paraíso. A recebemos no Santo Batismo, que é o sacramento que nos atualiza a Graça Santificante conquistada por Jesus Cristo Nosso Senhor para nós. Desde Adão e Eva havíamos perdido tal vínculo, por isso se diz que o dia do Batismo é o dia em que "entramos para a família de Deus" e que antes disso somos "reféns de satanás", uma vez que o pecado original esta impresso em nós e pelo Batismo é apagado, embora, ainda tenhamos que lidar com as feridas do pecado original, como vimos anteriormente, o fazemos com auxílio da Graça.

- Atual 

Dom sobrenatural, que ilumina a nossa inteligência, move e fortalece a nossa vontade a fim de que possamos conseguir, defender e aumentar a Graça Santificante, afastando o mal e operando o bem. Tal Graça é alcançada quando rezamos para viver uma virtude, lapidar um defeito, enfim quando solicitamos a Deus que nos guie em preocupações terrenas ou espirituais, tal graça aumenta  e defende o vinculo de filhos de Deus que recebemos no Santo Batismo - conquistado por Jesus a preço de Sangue - e nos permite fortalecer a vontade e iluminar a inteligência para vivermos como tais.

- Sacramental 

É o direito, que se adquire recebendo válida e licitamente qualquer sacramento, de ter, em tempo oportuno, as graças atuais necessárias para alcançar o fim próprio de cada sacramento. 


A graça é uma participação na vida divina; introduz-nos na intimidade da vida trinitária. Pelo Batismo, o cristão tem parte na graça de Cristo, cabeça da Igreja. CIC 1997


“Todos nós somos a comunidade dos santos, nós batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, nós que vivemos do dom da Carne e do Sangue de Cristo, por meio do qual ele nos quer transformar e tornar-nos semelhantes a si mesmo”. Papa Emérito Bento XVI



Referência: Catecismo Essencial, 1987




Ana Paula Barros

Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação pela Pontifícia Universidade Católica. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural pela Academia de Belas Artes de São Paulo. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025). 






Esperança e Liturgia







A invasão das mulheres no Altar e o feminismo que entrou na Igreja




"O mundo não é um grande cabo de guerra; se não temos maturidade para ver alguns dos vários prismas da realidade, com serenidade e seriedade, como podemos ser a luz do mundo?"




Ponto 1 e 2 escrito em 27/05/2019


1) Introdução: Histórico da participação da mulher na liturgia


O Santo Magistério diz (basta clicar nos links no texto e verá o documento original):

O Cânon 44 do Sínodo de Laodicéia, realizado no quarto século, diz claramente: “As mulheres não podem ir ao altar.”

Em 1755, o Papa Bento XIV falou claramente, em sua carta encíclica Allatae Sunt, no ponto 29, que: “O Papa Gelásio, em sua nona carta (capítulo 26), aos bispos de Lucânia, condenou a prática maligna que havia sido introduzida das mulheres que servem o sacerdote na celebração da missa. Como este abuso se espalhou para os gregos, Inocêncio IV proibiu-o estritamente em sua carta ao bispo de Tusculum: ‘As mulheres não devem ousar servir no altar; a elas deve ser completamente recusado este ministério.’”

Reiterando o já dito no Etsi Pastoralis 6, n. 21, tomo 1 do nosso Bollario.

O Código de Direito Canônico de 1917 diz: “Que o ministro servindo na missa não seja uma mulher, a não ser que, faltando um homem, por razão justa, e precavendo para que a mulher responda de uma certa distância e de modo algum suba ao altar. [Minister Missae inserviens ne sit mulier, nisi, deficiente viro, iusta de causa, eaque lege ut mulier ex longinquo respondeat nec ullo pacto ad altare accedat]” (Cânon 813, §2).

Em 1970, o Papa Paulo VI escreveu em sua carta de instrução Liturgicae instaurationes: “Em conformidade com as normas tradicionais da Igreja, as mulheres (solteiras, casadas e religiosas), seja em igrejas, conventos, casas, escolas ou instituições para mulheres, são impedidas de servir o sacerdote no altar.”

Por algum motivo, o texto acima de 1970 não foi encontrado no site do Vaticano; no entanto, tal decreto existe e foi usado como referência no decreto sobre as Normas Litúrgicas promulgado para conter os abusos que preocupavam o Papa São João Paulo II, como pode ser visto na referência 11 do texto Observância das normas litúrgicas e ars celebrandi, que também vale a leitura.

O Papa São João Paulo II repetiu claramente em sua instrução Inaestimabile donum: “Há, naturalmente, vários papéis que as mulheres podem desempenhar na assembleia litúrgica: estes incluem a leitura da Palavra de Deus e a proclamação das intenções na Oração dos Fiéis. Às mulheres, contudo, não é permitido atuarem como servas no altar.”

Tal documento também não se encontra mais no site do Vaticano; no entanto, é citado nas referências da Instrução acerca de algumas questões sobre a colaboração dos fiéis leigos no Sagrado Ministério dos Sacerdotes, que também vale a leitura. Sobre as mulheres, está exposto na Premissa, nos parágrafos terceiro e oitavo, sendo o último a exposição do que de fato podemos fazer para aliviar o peso sacerdotal: “Existe um campo especial, o que diz respeito ao sagrado ministério do clero, em cujo exercício podem ser chamados a colaborar os fiéis leigos, homens e mulheres, e, naturalmente, também os membros não ordenados dos Institutos de vida consagrada e das Sociedades de vida apostólica. A este campo particular refere-se o Concílio Ecumênico Vaticano II, quando ensina: ‘Finalmente, a Hierarquia confia aos leigos certas funções que estão mais intimamente relacionadas com os deveres dos Pastores, como, por exemplo, a exposição da doutrina cristã, alguns atos litúrgicos, a cura de almas.’”

Quanto ao citado “alguns atos litúrgicos”, é justamente o orientado pelo Papa São João Paulo II na Inaestimabile donum.





2) Motivos para o incentivo da participação da mulher no serviço do altar



Quais os motivos que levaram a facilitar que as funções do altar fossem desempenhadas por mulheres:



a) O feminismo

Depois da revolução sexual, houve uma constante pressão para que as mulheres assumissem cargos, inclusive na Igreja. De modo que, hoje, a Igreja, ainda chamada de "patriarcal", tem mulheres fazendo absolutamente tudo — e até demais — enquanto os homens estão reduzidos ao chamado terço dos homens. Isso é um sinal claro do adoecimento da complementariedade entre homem e mulher.



b) Mulheres sacerdotisas e diaconisas

Ora, não é difícil notar que uma das maiores pressões que a Igreja sofre é a de dar o sacramento da ordem também às mulheres. Assim, uma vez que o povo já está tão habituado a vê-las fazendo tudo, caso um dia essa ideia seja proposta, a maior parte do povo achará bom, afinal: “Ela é tão boazinha”, “Ela faz tudo tão bem feitinho”, “Ela fala tão bem.”

Colocar as mulheres no altar é dessensibilizar o povo e, gradualmente, fazer com que um dos pilares da Igreja seja ainda mais questionado.

Nós, mulheres, somos responsáveis por gerar homens que serão padres, coroinhas, ministros — corporal ou espiritualmente. Não é a nossa missão tomar o lugar deles e, depois, ainda reclamarmos que não existe homem decente e viril na Igreja.

Todo caminho de desordem não vem de Deus.

A ordenação de mulheres é uma porta fechada, como diz o Papa Francisco; mas as janelas para o desequilíbrio foram abertas. Cabe a nós, mulheres, tomarmos de fato o nosso papel e fecharmos as janelas da desordem, pois, enquanto as mulheres buscam ser ministras de tudo, os seminários estão vazios e os homens deslocados na Igreja.

As funções que nos foram legadas são a maternidade: como catequistas, professoras, conselheiras, formadoras, cuidadoras da Igreja e, para algumas, a honra de cuidar das vestes sacerdotais usadas no rito, ou seja, as vestes de Cristo.

Como podes dizer que isso é pouco?






Atualização 14/01/2020


3) Motu Proprio Spiritus Domini



No dia 10 de janeiro de 2021, o Papa Francisco escreveu uma Carta Apostólica em forma de Motu Proprio chamada Spiritus Domini, sobre a modificação do cânon 230 do Código de Direito Canônico. É o cânon que trata do acesso (ou impedimento) da mulher ao altar no caso do acolitato e do leitorado.

Como este é um dos temas que mais me preocupa atualmente, resolvi fazer deste artigo um memorial vivo dos acontecimentos e de seus resultados reais. O Motu Proprio normaliza algo que já era vivenciado na Igreja durante os últimos cinquenta anos, ou seja, mulheres como leitoras, ministras e acólitas. Até a data de 10 de janeiro de 2021, todos estavam vivendo segundo a própria cabeça, sendo guiados por motivos pastorais, emocionais ou expressamente ideológicos. Digo isso porque, como vimos no texto anterior, não existe nada que embase essas funções, exceto a premissa dos últimos cinquenta anos. É sobre isso que desejo escrever: sobre a criação de premissas para mudanças nos alicerces da Igreja.

Acredito que nem todos estejam preparados para considerar que a realidade não é um grande cabo de guerra. A maioria acha que, ao refletir sobre as consequências de um ato, estamos logo nos posicionando contra o Papa. E saibam: não é o caso. Mas eu não posso fazer nada se você acha que é. O fato é que mentes maduras e realistas podem perceber que atos com boa intenção (já que ninguém pode avaliar a intenção do outro) podem ter consequências ruins e até desastrosas. Minha intenção é que quem me lê compreenda que não podemos ser ingênuos. No entanto, como disse anteriormente, são poucos os que possuem maturidade para ver a realidade com clareza e não como um cabo de guerra infantil. Mas isso não pode me impedir de escrever fatos concretos sobre este ponto que, sem exagero, me atormenta, pois é a lança que poderá causar uma das maiores chagas na Igreja: a corrupção do sacerdócio como Deus instituiu e uma Igreja comandada por leigos.





A parte importante da curta carta (aqui) é:

"Algumas Assembleias do Sínodo dos Bispos realçaram a necessidade de aprofundar doutrinalmente este tema, de modo a responder à natureza dos mencionados carismas e às exigências dos tempos, oferecendo um apoio oportuno ao papel de evangelização que cabe à comunidade eclesial.

Aceitando estas recomendações, nestes últimos anos alcançou-se um desenvolvimento doutrinal que evidenciou como determinados ministérios instituídos pela Igreja têm como fundamento a condição comum de batizado e o sacerdócio real recebido no Sacramento do Batismo; eles são essencialmente distintos do ministério ordenado, recebido com o Sacramento da Ordem. Com efeito, também uma prática consolidada na Igreja latina confirmou que tais ministérios laicais, baseando-se no Sacramento do Batismo, podem ser confiados a todos os fiéis que forem idôneos, de sexo masculino ou feminino, de acordo com quanto já é implicitamente previsto pelo cânone 230 § 2.

Por conseguinte, depois de ter ouvido o parecer dos Dicastérios competentes, decidi prover à modificação do cânone 230 § 1 do Código de Direito Canônico. Portanto, disponho que no futuro o cânone 230 § 1 do Código de Direito Canônico seja assim redigido:

«Os leigos que tiverem a idade e as aptidões determinadas com decreto pela Conferência Episcopal, podem ser assumidos estavelmente, mediante o rito litúrgico estabelecido, nos ministérios de leitores e de acólitos; no entanto, tal concessão não lhes atribui o direito ao sustento ou à remuneração por parte da Igreja»."





Portanto, a decisão tomou como base dita: o sacerdócio comum dos leigos. Para lhe refrescar a memória, quando somos batizados somos ungidos: sacerdotes, profetas e reis (no feminino: sacerdotisas, profetisas e rainhas). Guarde esta informação, pois a pergunta que eu faço é: o caminho para a vivência do sacerdócio comum dos leigos é entrar em funções do altar? Novamente, para as mentes do “cabo de guerra”, digo que estou fazendo uma pergunta reflexiva — uma vez que, como disse, não é nada novo, mas a normalização de um desvio. É isso mesmo que significa o sacerdócio comum dos leigos, tanto homens como mulheres? Significa funções sacerdotais? Guarde estas questões.




Já no meio secular a notícia foi recebida com misto de esperança e desesperança. O El País (nossa referência de jornal comuna mais próximo) disse:

"Decreto promulgado pelo Pontífice institucionaliza uma prática realizada há décadas, mas não abre as portas ao sacerdócio feminino."

"A revisão do velho documento promulgado por Paulo VI (1972), que especificava que apenas os homens podiam receber os ministérios do Leitorado e do Acolitado, representa a institucionalização de uma prática habitual. Mas não deixa de estabelecer um precedente importante. Para alguns, a medida é um avanço rumo à abertura do sacerdócio ou do diaconato feminino. Sobretudo considerando que, no caso das crianças, trata-se às vezes do primeiro degrau de uma carreira religiosa. Para outros, como Lucetta Scaraffia, especialista em história da relação entre a Igreja e a mulher, é uma armadilha para não dar mais passos à frente nesse sentido. ‘É a institucionalização de algo que as mulheres já fazem. É uma operação cosmética. Finge abrir a Igreja às mulheres, mas não há mudanças reais’, afirma."



Ou seja, ou existe a criação de precedentes ou a Igreja não está "se abrindo às mulheres". Ambas visões feministas.

Você deve se perguntar a razão de usar a mídia aqui. Faço isso porque a mídia tem um papel importante na propagação ou não da realidade. As pessoas não leem a Carta na íntegra, leem as matérias, e muitas dessas pessoas estão nos bancos da Igreja ou no altar.






4) O grande perigo da normalização da mulher no altar



Como disse anteriormente, o grande perigo das mulheres em funções do altar é a criação de uma premissa para o sacerdócio feminino. De fato, se você revirar a história da Igreja e os documentos (exceto o recente), não encontrará nada que sirva de justificativa. Mas os últimos cinquenta anos foram vistos como premissa, ou seja, primeiro o ato se espalha como se fosse normal e, em trinta, cinquenta anos, temos uma premissa criada para mudanças.

De fato, o documento não abre portas para o sacerdócio ou diaconato feminino; pode ser o último estágio de alteração sobre isso, mas é bem possível que não. Pode ser o começo, talvez não intencional, da criação de uma premissa para que, daqui cinquenta anos ou menos, vejamos mulheres "padres". Eu não sei se consigo lhe explicar a gravidade disso, o tamanho desta chaga.

Além do terrível caminho de uma "Igreja de Leigos", uma Igreja em que não existe diferença entre o ofício do padre e do leigo, em que o padre parece leigo e o leigo faz coisas de padre, uma Igreja em que não sabemos distinguir o pai dos filhos.

Dai à mulher o que é da mulher e dai ao homem o que é do homem.

Seria ótimo que, antes de uma mulher vestir batina para acolitar ou ser "ministra", alguém lhe perguntasse: "Quantos filhos você tem?".

Não é interessante que ninguém pergunte sobre a missão radical da mulher? Não é estranho que ninguém fale sobre isso, mas sim de cargos de liderança, até mesmo cargos sacerdotais? É o que acontece quando o papel da mulher é "feministizado", quando o lar e a criação dos filhos são vistos como menos importantes do que uma liderança ou qualquer ofício que não é nosso. É o que o feminismo faz: diz valorizar a participação feminina, mas é, na verdade, uma supervalorização do que pertence ao masculino como melhor.

Cargos de liderança não são nada, ainda mais quando a mulher se fecha à missão de ter quantos filhos Deus lhe enviar. É uma afronta horrível! Mas disso ninguém fala.

Esse é o papel da mulher na Igreja: gestar, gerar e educar (corporal e espiritualmente) os filhos de Deus. Nada que você faça na Igreja ou no trabalho supera essa missão radical, nada.

Dai ao homem o que é do homem e dai à mulher o que é da mulher.

Qual seria o sacerdócio comum dos leigos? Na Igreja Domiciliar: no lar.

No lar, o homem é sacerdote (orienta a família, é a cabeça), profeta (corrige, orienta, abençoa) e rei (governa a ação da família em meio à sociedade).

No lar, a mulher é sacerdotisa (dos corações, da formação humana, interior), profetisa (acolhe, corrige, abençoa) e rainha (governa o lar, que é o coração da sociedade).

Este é o âmago do sacerdócio comum dos leigos.

Dai aos leigos o que é dos leigos e aos padres o que é dos padres.

O tempo dirá se o que eu digo se confirmará — e eu espero que não. Você, leitor, pode tirar a sua consideração final. Quanto a mim, Ana Paula, que poderia ser "padra" facilmente se abrissem agora a porta, que poderia ser ministra e tudo o mais de lideranças, prefiro imitar a Santíssima Virgem Maria (e todas as Santas da Igreja), no serviço oculto (sob o ocultamento do véu e fora da vida pública), para que meus irmãos cresçam homens fortes e tementes a Deus. Pois isso não é desvalorização, é somente a Beleza da Ordem. 


"Os símbolos são, no visível, a linguagem do invisível... a rejeição do véu tem um profundo simbolismo... o gesto exterior nunca é insignificante; emanando da substância das coisas, exprime-lhes a essência."


"O símbolo do véu atribui à mulher, antes de tudo, o invisível: amor, bondade, piedade, solicitude, proteção, todos os valores cuja substância se acha realmente escondida do mundo e, na maior parte do tempo, traída. Outrossim, as épocas em que as mulheres são afastadas da vida pública não são épocas que eliminam sua significação metafísica; são, talvez, ao contrário, essas épocas que, sem se dar conta, lançam o peso enorme da feminilidade na balança do mundo."


"O véu é, neste mundo, o símbolo do metafísico. É também o da feminilidade: todas as grandes circunstâncias da vida feminina nos mostram a figura da mulher sob um véu. Esse véu ajuda a compreender por que não é o homem, e sim a mulher, que prepara o mundo à introdução dos grandes mistérios do cristianismo."


"O abandono do véu implica sempre a destruição do mistério feminino... o 'eterno feminino' (a Santíssima Virgem) não tendeu para cumes, senão para dobrar os joelhos diante do Eterno Divino." Gertrud Von Le Fort, A Mulher Eterna, 1953





Observação 1: A EWTN é a maior emissora católica do mundo e possui um dos acervos mais fiéis sobre as notícias e orientações da Santa Sé. Foi fundada pela Madre Angélica.
Apagamento histórico 1: Os documentos não podem ser encontrados no site do Vaticano somente na EWTN. Data: 27/05/2019

Observação 2: Apagamento histórico 2. O site da emissora EWTN apagou todo o seu acervo dos documentos da Santa Sé que estavam disponíveis na primeira consulta em 2019. No atual momento, os documentos só podem ser encontrados em formato físico. Data: 16/01/2026
Carta 9 Pense bem em quem andas imitando
Pintura de William Adolphe Bouguereau de 1881





Piracicaba, 26 de maio de 2019



Os homens são instáveis: hoje querem uma coisa, amanhã outra. Elegem o que gostam ou não gostam, o que é certo ou errado, pelos mais famosos das redes sociais — e então os copiam. Mas os pensamentos de Cristo não mudam. Nunca. Acredite.


Quero que veja que o catolicismo é CONCRETUDE: é ser luz do mundo, é viver as virtudes da pureza, da temperança, da modéstia, da alegria, da castidade, do reto falar e agir, da paciência, da bondade, do autodomínio.


Qualquer um que lhe apresente um cristianismo diferente do que os apóstolos nos deixaram é falso. Virtude se vive — e não existe cristianismo sem essa exigência. Assim, seja cuidadoso: hoje se propaga uma certa apologia ao medíocre, que é verdadeira quando nos leva à humildade e falsa quando nos afasta das virtudes e do reto proceder.


Nós somos seres medíocres, mas resgatados por amor e que devem se transfigurar em outros Cristos. Uma apologia da mediocridade que não leva à transformação é caminho para o animalesco. O fato de tantos mudarem seu proceder sem ao menos cogitar se isso é o pensamento de Cristo já mostra a vivência de um catolicismo sem concretude.

Nós somos herdeiros de um legado enorme — inclusive moral — de modo que a forma como nos comportamos é, sim, um estandarte do cristianismo que erigiu e sustenta o Ocidente.

Fique tranquilo: afrontas contra as virtudes e mundanismo se passando por catolicismo sempre existiram. Mas, no final, aqueles que se firmam nos pensamentos inabaláveis do Senhor são os que ficarão de pé.

Portanto, pense bem em quem andas imitando, pois quem andas seguindo pode não estar seguindo o Cristo.

Viva a Cristo Rei!
E viva aos Seus Santos Pensamentos!

Singelamente, Ana


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Sendo Católico: Para que foi criado o homem?



"Uma certa memorização das palavras de Jesus, de passagens bíblicas importantes, dos dez mandamentos, das fórmulas de profissão de fé, dos textos litúrgicos e das orações essenciais e de noções chaves da doutrina..., longe de ser contrária à dignidade dos jovens cristãos, ou de constituir para eles um obstáculo para o diálogo pessoal com o Senhor, é uma verdadeira necessidade... É preciso ser realista. As flores da fé e da piedade cristã, se assim se pode dizer, não crescem nos espaços ermos de uma catequese sem memória. O essencial é que os textos memorizados sejam ao mesmo tempo interiorizados, compreendidos pouco a pouco na sua profundidade, a fim de se tornarem fonte de vida cristã pessoal e comunitária" (Catechesi Tradendae, ponto 55, de São João Paulo II, 1979)

Catequese I: aqui


Catequese Essencial II: Doutrina da Igreja Católica



II- Para que foi criado o homem?

O homem foi criado para conhecer, amar e servir a Deus neste mundo e, assim, correspondendo à sua vocação pessoal, merecer a amizade com o próprio Deus agora na terra e para sempre no Céu (cf. Tm 2, 4).

1- Imagem de Deus

"A afirmação primordial da antropologia, comunicada pela Igreja, é a do homem como Imagem de Deus" (João Paulo II - Puebla / 08-01- 79). 

O homem é uma criatura racional, composta de alma e corpo. É Imagem de Deus, a mais bela das criaturas, pelas qualidades com que Deus enriqueceu a sua alma: 

- a inteligência, para conhecer o seu Criador, louvá-lo e bendizê-lo; 
- a vontade, para cumprir as ordens do Criador e escolher, com liberdade, o que é bom para a felicidade;
- o sentimento, para amar a Deus e aquilo que revela a sua glória.

O corpo foi dado por Deus ao homem para servir de instrumento à inteligencia, à vontade e ao sentimento.


2- Dons preternaturais:

Além da Graça Santificante, Deus concedeu aos nossos primeiros pais outros dons, chamados "preternaturais", quais sejam:

 - a integridade, isto é, a perfeita sujeição dos sentidos à razão; 
- a imunidade a todas as dores e doenças, 
- a imortalidade do corpo; 
- a ciência infusa proporcional ao seu estado.

Quando o pecado entrou no mundo perderam-se os dons preternaturais e em seu lugar surgem as feridas do pecado original: a ignorância, a morte, a concupiscência (os sentidos não são submissos à razão). 

Dessa escravidão - do pecado - veio nos resgatar Nosso Senhor Jesus Cristo que é a Verdade remédio da ignorância, Vida que nos resgatou das garras da morte eterna, Caminho de virtudes que nos afasta da trilha animalesca da escravidão dos sentidos. 

3- Conhecer - Amar - Servir: 

Para conhecer a Deus: deve-se ler a Bíblia, estudar o Catecismo, ler um livro piedoso e meditar "sobre as coisas do alto"; sobre o que é "belo, bom e justo".
Para amar a Deus: deve-se obedecer aos seus mandamentos; rezar cada dia o ato de caridade; 
Para servir a Deus: fazer o bem ao próximo.

O São Dom Luiz Orione dizia: "Fazer o bem a todos, fazer o bem sempre; fazer o mal nunca e a ninguém".

Ato de Caridade

Eu vos amo, meu Deus, de todo o meu coração e sobre todas as coisas, porque sois infinitamente bom e amável, e antes quero perder tudo do que vos ofender.

Por amor de vós, amo meu próximo como a mim mesmo.


"A glória do homem é Deus; porém o receptáculo de toda a ação de Deus, de sua sabedoria e de seu poder, é o homem" ( Santo Irineu)

Viva a Cristo Rei!

Referência: Catecismo Essencial, 1987




Ana Paula Barros


Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação pela Pontifícia Universidade Católica. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural pela Academia de Belas Artes de São Paulo. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025). 





"Uma certa memorização das palavras de Jesus, de passagens bíblicas importantes, dos dez mandamentos, das fórmulas de profissão de fé, dos textos litúrgicos e das orações essenciais e de noções chaves da doutrina..., longe de ser contrária à dignidade dos jovens cristãos, ou de constituir para eles um obstáculo para o diálogo pessoal com o Senhor, é uma verdadeira necessidade... É preciso ser realista. As flores da fé e da piedade cristã, se assim se pode dizer, não crescem nos espaços ermos de uma catequese sem memória. O essencial é que os textos memorizados sejam ao mesmo tempo interiorizados, compreendidos pouco a pouco na sua profundidade, a fim de se tornarem fonte de vida cristã pessoal e comunitária" (Catechesi Tradendae, ponto 55, de São João Paulo II, 1979)

Catequese Essencial 1: Doutrina da Igreja Católica 

I- Quem é Deus?

Deus é puro Espírito, Eterno, Criador das coisas visíveis (este mundo) e das coisas invisíveis (os anjos a alma de cada homem) (Gn 1-2). Em Deus há, numa só natureza, três Pessoas realmente distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

"Não há evangelização verdadeira enquanto não se anunciar o nome, a vida, as promessas, o Reino, o mistério de Jesus de Nazaré, Filho de Deus" (Evangelii Nuntiandi, Exortação Apostólica de Paulo VI, 08-12-1975). São João Paulo II, em seu discurso inaugural da conferência de Puebla (24-01-1979), recomendou vivamente aos Bispos da América Latina "uma cuidadosa e zelosa transmissão da verdade sobre Jesus Cristo". Mas a verdade sobre Jesus Cristo (que é Segundo o Mistério da nossa Fé) supõe a verdade sobre Deus, Uno e Trino (Primeiro Mistério da nossa Fé).

Primeiro Mistério de Fé: Deus é Uno e Trino.


II- A Existência de Deus


É verdade de razão e de fé: 

- de razão pois a nossa mente está em condições de afirmar e comprovar que Deus existe. A provas racionais da existência de Deus são principalmente três: a) a ordem universal (todas coisas no universo funcionam perfeitamente e ordenadamente) ; b) a voz da consciência; c) o consenso dos povos (todos os povos, das grandes civilizações às pequenas tribos, chegaram a conclusão de que existe Alguém acima deles).
- de fé, é por isso mistério. Tal verdade se refere aos mistério da Trindade que nos é revelada por Nosso Senhor Jesus Cristo em Mt 3, 13-17; Jo 1, 1-14.

É verdade consoladora:

- as verdades mais consoladores reveladas no Novo Testamento a respeito de Deus são: Deus é Pai (Mt 6,9; Mt 11, 25-27); Deus é Amor (I Jo 4, 8-16; Jo 3, 16)

"Ó Eterna Verdade e Verdadeira Caridade e Cara Eternidade: Tu és o meu Deus, por ti suspiro dia e noite... Tarde te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei!" (Santo Agostinho)

Viva a Cristo Rei!

Referência: Catecismo Essencial, 1987



Catequese 2



Ana Paula Barros

Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação pela Pontifícia Universidade Católica. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural pela Academia de Belas Artes de São Paulo. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025). 

Carta 8 Medos

Foto de Edouard Boubat em 1930


Piracicaba, 14 de maio de 2019



Eu sei... você tem medo... eu também tenho. Temos medos diferentes. Mas não lhe parece estranho que tudo, atualmente, esteja voltado para o medo?

Há muito tempo não vejo nem mesmo o noticiário, online ou na TV — nem assisto TV, na verdade. Longe de ser uma forma de reclusão, já que estou mais informada dessa forma, esses meios são canais do medo. Tudo dito ali é voltado para ter medo — e medo de tudo. É uma forma eficaz de fazer com que as pessoas fiquem doentes.

Também não gosto de redes sociais. Tenho constantemente a impressão de que parecem um rio do medo. Sorte que é possível levantar um pouco a luz do batismo para ver se ilumina ao menos aqueles que estão por perto.

Na Igreja existe medo também. É espantoso, eu bem sei, mas muitos estão com medo de levantar a vela do seu batismo na Igreja. Eu me impressiono com o número de pessoas que têm medo do padre, têm medo do que vão pensar delas, têm medo do que vão falar, têm medo, medo, medo. E os padres também têm medo — têm medo dos outros padres, têm medo do povo, têm medo da rebeldia do povo. Esse não é um medo infundado, de fato. A maior parte do povo está pronta a jogar pedra e dizer que quer bons padres, mas, quando encontram um com martelo e cinzel na mão, pronto para lapidar aquela alma, não gostam... Mas nem por isso deveria ser o maior motivo de abatimento dos padres e dos leigos.

Deus não nos deu um espírito de medo. Você, leigo, não deve ter medo do padre, seja ele quem for — nem mesmo do bispo. Principalmente você que é mais tradicional e tem a tendência de se transformar numa topeira que foge do padre a todo custo, fica indo cada domingo a uma igreja da cidade... Isso não é o que a Tradição diz. Nós temos que frequentar uma — uma, entendeu? — comunidade e lá levantar a sua vela, ser capaz de viver bem a Santa Missa, usar o véu como a maioria das que estão aqui desejam e não fazem, comungar de joelhos como os que estão aqui desejam e não fazem. Não fazem por medo. Parem com isso, sim!? Ficar pensando no que vão dizer, no que vão falar, no que vão sei lá o quê... é vaidade. Isso sim é vaidade: se importar com outros olhos que não são os de Deus. Quem sabe um bom padre não está esperando esse ânimo?

Singelamente, Ana


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Atenção: será publicado uma nova edição em 2025, com nova diagramação e alguns adendos, caso faça uso deste material não deixe de visitar esta página no segundo trimestre. 




SUMÁRIO


PEQUENA INTRODUÇÃO À ESCATOLOGIA - 11 Pregação do Evangelho pelo mundo todo
Os apóstolos dos últimos dias
Os avisos e sinais nos Céus
Penalidades: A Apostasia do Mundo e da Igreja
Conversão dos judeus
O Anticristo
O Reino do Nosso Senhor Jesus Cristo

A GRANDE BATALHA - 35 Pequena Introdução à Nova Ordem Mundial

EIS OS ESCRAVOS DO SENHOR - 42
Quem é a Santíssima Virgem Maria Humildade
Louvor à Maria
Servir à Maria
Princípios dessa devoção
Devoções comuns
Prática da perfeita devoção mariana
Os 8 motivos para abraçar esta devoção
5 favores da santíssima virgem aos seus fiéis escravos
Práticas interiores e exteriores dessa devoção

PRONUNCIAMENTOS PAPAIS - 79





Carta 7 Nós somos o que perdemos



Piracicaba, 01 de maio de 2019



O que você pensa quando vê uma postagem minha nas redes sociais? Essa é uma pergunta que constantemente me faço, e tenho receios da resposta. Existe uma tendência natural — mas nem por isso saudável — principalmente aqui no Brasil, de: 1) valorizar sucessos; 2) nunca escutar de forma natural sobre fracassos, perdas e toda a cartela de, enfim, humanidades; 3) ao mesmo tempo, ser extremamente sensível quando o assunto é superar tudo isso ou ainda falar de forma absurdamente sentimental sobre tudo isso.


Problemas com fracassos e com sucessos: medo dos dois — o primeiro por ser, em si, ruim, e o segundo por ser bom demais.

Aí entram as redes sociais... E raras são as pessoas que pensam, diante de alguém inteligente ou alguém seja lá o quê: "Poxa, essa pessoa deve ter fracassado várias vezes e se levantado — por isso ela é assim... nossa." Isso é raro. A maioria pensa: "Qual será o livro (um único) que tal pessoa leu?", "Quem será o padre dela?", "Se eu vivesse lá onde tal pessoa vive, seria assim também", "Quem será que lhe ajudou a chegar lá?"...

Eu não entendo muito bem as razões que fizeram do brasileiro alguém tão ávido por ostentações, e o resto — "o que eu ganho e o que eu perco, ninguém precisa saber" — mas isso não pode ser bom, pois simplesmente é contra a realidade. É justamente o que perdemos que nos torna quem somos. Isso, inclusive, todos falam, mas na verdade sempre querem ter sucesso para ostentar o mais rápido possível. Todos nós somos assim. O primeiro passo é conseguir ver... (Eu sei, eu sei, você está ficando incomodado de ler isso, pois te tira do conforto do discurso motivador). No entanto, até disso arrancamos ostentação, com o nome de vitimização. As perdas deixam de ser construtivas e se tornam bandeiras com a frase: "Eu passei por isso, tadinho de mim, me respeite e me ame e me dê coisas." O que só dificulta a tarefa de ser um ser humano dotado de inteligência e vontade — e ser visto como tal. Um ser humano que, longe desse pensamento que está passando pela sua mente e que leva a uma dó interior, deve sempre buscar superar-se, não gloriando-se em suas próprias forças, mas, nas suas fraquezas e perdas, receber poder de Deus para se fazer novo.

Singelamente, Ana



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Ana Paula Barros

Especialista em Educação Clássica e Neuro Educação. Graduada em Curadoria de Arte e Produção Cultural. Professora independente no Portal Educa-te (desde 2018). Editora-chefe da Revista Salutaris e da Linha Editorial Practica. Autora dos livros: Modéstia (2018), Graça & Beleza (2025).

Possui enfática atuação na produção de conteúdos digitais (desde 2012) em prol da educação religiosa, humana e intelectual católica, com enfoque na abordagem clássica e tomista.

Totus Tuus, Maria (2015)




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