Resenha: Os Doze Graus do Silêncio

by - maio 04, 2020





Introdução


Esta resenha é um material de apoio do Clube de Leitura Salus in Caritate feito em parceria com a Editora Cultor de Livros. Temos o intuito de lhe ajudar a conhecer boas obras católicas e a realizar uma leitura efetiva, que lhe ajude em seu crescimento e amadurecimento como cristão (veja a lista de livros e cupons de desconto aqui).

Este projeto é um dos ramos de uma árvore de conteúdos planejados especificamente para o seu enriquecimento. Os projetos que compõem esta árvore são: Projeto de Leitura Bíblica com textos de apoio dos Doutores da Igreja (baixar gratuitamente aqui), Plano de Vida Espiritual (baixar gratuitamente aqui) e o Salus in Caritate Podcast (ouça em sua plataforma preferida aqui). 





Resenha




Nome do livro: Os Doze Graus do Silêncio
Autor: Maria Amada de Jesus, carmelita descalça e outros autores
Data da leitura: 2020
Editora: Cultor de Livros
Total de páginas: 60
Cupom de Desconto 2020 na Cultor de Livros: CLUBEDOLIVRO1
Materiais de apoio para a leitura: Podcast Silenciar (aqui) e Texto complementar (baixar aqui)








 Qual o contexto histórico do livro? 




A mística Maria Amada de Jesus, carmelita descalça, nasceu na Normandia, em 1839 (para lhe dar um ponto de referência, ela nasceu mais ou menos uns 30 anos antes de Santa Teresinha do Menino Jesus) e faleceu em 1874. Fez-se carmelita em 1859, teve noites escuras, duras e terríveis. Escreveu os Doze Degraus do Silêncio. Um caminho para curar nossas feridas e os efeitos do barulho em nós. (Comentário de Frei Patrício, Ocd.)

 1839, ano do nascimento da Irmã Maria Amada:

Liderados pelo general Davi Canabarro e pelo revolucionário italiano Giuseppe Garibaldi, os farroupilhas conquistaram Laguna, em Santa Catarina, e lá proclamaram a República Juliana.

Mathias Schleiden e Schwann propõem a sua teoria celular, que estabelecia a célula como unidade básica de constituição dos organismos e que as mesmas eram produzidas por células pré-existentes.

Começa a Guerra do Ópio entre a China e a Inglaterra.

Nasceram também neste ano: Floriano Peixoto (que foi presidente do Brasil), Machado de Assis. Casimiro de Abreu, Tobias Barreto. 



1859, ano em que entrou no Carmelo:

Charles Robert Darwin publica seu livro "A Origem das Espécies" (do original, em inglês, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life).

Dom Pedro II visita o município de Goiana, no estado de Pernambuco.

Chegada do Reverendo Ashbel Green Simonton, missionário norte-americano, no porto do Rio de Janeiro; dando início à Igreja Presbiteriana do Brasil.

Ocorreu a mais intensa tempestade solar já registrada, quando a infraestrutura de telecomunicações se limitava às redes telegráficas. Naquela ocasião, alguns telegrafistas sofreram choques elétricos, papéis pegaram fogo, e muitos telégrafos continuaram enviando e recebendo mensagens mesmo depois de desligados.

Charles Dickens pública Um Conto de Duas Cidades romance de reflexão histórica sobre o período revolucionário da França.

Nascimentos: Guilherme II (Imperador Alemão e Rei da Prússia), Clóvis Beviláqua (jurista brasileiro, autor, em 1900, do projeto que culminou no código civil brasileiro de 1916), Dom Manuel Luís Coelho da Silva (bispo de Coimbra). 



1874, ano do falecimento da Irmã Maria Amada:

Afonso XII é coroado rei da Espanha,

Em 1º de Janeiro deste ano o telégrafo submarino entre Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Pará foi inaugurado,

Fundação de Campos do Jordão, 

Nasceram neste ano:  Winston Churchill (estadista britânico), G. K. Chesterton (escritor católico inglês), Robert Frost (escritor americano), Eduardo das Neves (compositor e violinista brasileiro), Otto de Alencar (matemático brasileiro).

Faleceram também neste ano: a querida Condessa de Ségur (escritora russa e mãe do Monsenhor de Ségur. Já falamos sobre ele e uma de suas obras aqui)




 O que esse livro acrescentou na minha vida pessoal? 



Me fez relembrar por outra ótica a relação intima do silêncio com o pudor (o que entra por nossos sentidos) e a modéstia (o silêncio no trabalho, no agir e portar-se). E a cura pelo silêncio.




 Para quem você indicaria esse livro? 



Principalmente para os que desejam começar o caminho da vida interior e se esclarecer sobre a necessidade do silêncio, desmistificando essa idéia de coitadismo e mutismo ou ainda rever esse entendimento de que autenticidade é falar o que vem à mente ou antes falar sobre tudo. Além do reducionismo em achar que o silêncio se refere somente à fala. 




 Citações favoritas escolhidas pelos que me acompanham no instagram @salusincaritate 



"É uma regra certa que a pessoa que fala muito com os homens, pouco fala com Deus".


"É difícil achar uma pessoa espiritual que fala muito..."




 O que você aprendeu sobre a Igreja com essa leitura? 



Como diria o frei Patrício: “O Barulho Adoece e o Silêncio Cura”. 



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1 comentários

  1. Vou buscar este livro quando tiver condições. Tenho muita dificuldade em silenciar... Deus te abençoe!

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Olá, Paz e Bem! Que bom tê-lo por aqui! Agradeço por deixar sua partilha.