Crônicas| O telefone sem fio da Educação no Brasil
- Leitura em voz alta para crianças não alfabetizadas e alfabetizadas; leitura como centro da formação; leitura das crianças mais velhas para as mais novas.
- Formação de oficinas e laboratórios, que, segundo apresentado pelo professor, me lembraram as “mesas de educação” da Educação Clássica, em que se estuda um tempo na mesa de Ciências, depois outro tempo na de História e outro na de Literatura. Cada mesa é uma oficina, um pequeno universo de estudo, e os estudos se interligam. O professor apresentou essa ideia sem o nome “Educação Clássica”, só que numa escala maior. Cada sala seria uma oficina. Bem, quem estudou ou trabalhou em escola pública sabe que existe a mudança de sala pelos alunos; em outras escolas, são os professores que mudam de sala. Na proposta dada, seria necessária a mudança dos alunos.
- Uso dos espaços abertos da escola, museus e patrimônios da cidade como oficinas e laboratórios — o que me lembrou as visitas aos museus realizadas na Educação Clássica, o estudo da história da cidade e pontos históricos da mesma, assim como lavouras, a observação de alguma criação animal ou de uma coleção de pedras e rochas.

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