Meditações sobre a Beleza| Parte 2: Coisas Belas
"As coisas são belas, portanto, na medida em que participam da beleza transcendente, que não nasce nem morre… É uma espécie de ardil com que o Bem capta a atenção da alma para arrebatá-la da servidão do corpo.
O Amor, servindo-se do Bem, acende na alma humana o desejo de imortalidade, fazendo-a passar do conhecimento dos belos corpos ao das belas ações, das belas almas aos belos conceitos, até que, no pináculo da contemplação, revela-se-lhe o oceano da beleza universal…
Se as coisas belas se parecem com a alma, é na própria alma que a beleza melhor se revela. Será preciso, então, fechar os olhos do corpo para abrir a visão interior… Interiorizando a beleza."²





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