Venerável Conchita do México| Maternidade Sacerdotal 4/5

by - fevereiro 05, 2016

Olá,

hoje vamos conhecer uma das histórias mais lindas de maternidade sacerdotal.


Jesus uma vez explicou para Conchita:

“Existem almas que receberam uma unção através da ordenação sacerdotal. Porém há também almas sacerdotais que têm uma vocação sem ter a dignidade ou a ordenação sacerdotal. Elas se oferecem em união comigo... Essas almas ajudam espiritualmente a Igreja de maneira poderosa. Tu serás mãe de um grande número de filhos espirituais, mas eles custarão ao teu coração como mil martírios. Oferece-te como holocausto, une-te ao meu sacrifício para obter as graças para eles” ...

“Desejaria voltar a este mundo...nos meus sacerdotes. Desejaria renovar o mundo, revelando-me neles e dar um impulso forte à minha Igreja, derramando o Espírito Santo sobre os meus sacerdotes como numa nova Pentecostes”.
“A Igreja e o mundo necessitam de uma novo Pentecostes, uma Pentecostes sacerdotal, interior”.

Quando jovem Conchita rezava com freqüência frente ao Santíssimo: “Senhor, sinto-me incapaz de te amar, portanto quero casar. Doa-me muitos filhos assim que eles possam te amar mais de quanto eu sou capaz.”.

De seu casamento muito feliz nasceram nove filhos, duas mulheres e sete homens. Ela os consagrou todos a Nossa Senhora: “Entrego-os completamente a ti como se fossem teus filhos. Tu sabes que eu não os sei educar, pouco sei do que significa ser mãe, mas Tu, Tu o sabes”. Conchita viu morrer quatro de seus filhos e todos tiveram uma morte santa.

Conchita foi realmente mãe espiritual para o sacerdócio de um de seus filhos; e sobre ele escreveu: “Manuel nasceu na mesma hora em que morreu Padre José Camacho. Quando ouvi a noticia, roguei a Deus que meu filho pudesse substituir este sacerdote no altar. Desde quando o pequeno Manuel começou a falar, rezamos juntos para a grande graça da vocação ao sacerdócio... No dia de sua primeira Comunhão e em todas as festas importantes renovei a súplica...Aos dezessete anos entrou na Companhia de Jesus”. 

Em 1906 da Espanha, onde estava, Manuel (nascido em 1889 e terceiro filho por idade) comunicou-lhe sua decisão de se tornar sacerdote e ela lhe escreveu: “Doa-te ao Senhor com todo o coração sem nunca negar-te! Esquece as criaturas e principalmente esquece a ti mesmo! Não posso imaginar um consagrado que não seja um santo. Não é possível doar se a Deus pela metade. Procura ser generoso com Ele!”.

Em 1914 Conchita encontrou Manuel na Espanha pela última vez, porque ele não voltou nunca mais ao México. Naquela época o filho lhe escreveu: “Minha querida, pequena mãe, me indicaste o caminho. Tive a sorte, desde pequeno, de ouvir de teus lábios a doutrina salutar e exigente da cruz. Agora queria pôla em prática”.

A mãe também experimentou a dor da renúncia: “Levei tua carta frente ao tabernáculo e disse ao Senhor que aceito com toda minha alma esse sacrifício. No dia seguinte coloquei a carta no meu peito enquanto recebia a Santa Comunhão para renovar o sacrifício total”.
Paz e bem!

 Trecho retirado do livro: Adoração Eucarística pela santificação do Clero e Maternidade Sacerdotal escrito pela Congregação para o Clero


Textos completares citados, história de cada venerável leiga que abraçou esse chamado:

Doemos nossos filhos - aqui
Pelos que amam e pelos que não amam - aqui
Padres Santos - aqui
Venerável Conchita do México - aqui

Dá-nos padres - aqui

Espero que possa se unir a nós!
Por mais padres, bons e santos.

Paz e Bem,
Ana Paula Barros

"Enchi-me de zelo pela minha Mãe Imaculada e Ela me livrou de todas as tribulações."
Salve Maria Imaculada

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